MATO GROSSO
Condenado a 14 anos pelo estupro da filha é preso pela Polícia Civil em Tapurah
MATO GROSSO
Policiais civis da Delegacia de Tapurah cumpriram na sexta-feira (19.07) a prisão de um homem condenado a 14 anos pelo estupro da própria filha.
O condenado, de 51 anos, estava com o mandado de prisão definitiva expedido pela Comarca de Tapurah pelo crime ocorrido em 2016.
O trânsito em julgado da sentença ocorreu em 15 de julho deste ano, quando ele foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado.
Após o recebimento do mandado na Delegacia, a eqiupe policial imediatamente realizou a prisão.
Depois da formalização do mandado, ele será apresentado em audiência de custódia e seguirá para uma unidade do Sistema Penitenciário estadual.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado
A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.
Fonte: Ministério Público MT – MT

