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Sedec leva cultura cuiabana, pantaneira, indígena e quilombola a evento nacional do turismo

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Mato Grosso levará ancestralidade, cultura, etnoturismo, turismo de aventura e pesca esportiva ao 8º Salão Nacional do Turismo, que ocorre dos dias 8 a 11 de agosto, no Rio de Janeiro, promovido pelo Ministério do Turismo.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Mato Grosso (Sedec), via sua Adjunta de Turismo, terá um estande na macrorregião do Centro-Oeste, com um cenário ilustrativo do Pantanal. Os elementos cenográficos serão compostos com itens pantaneiros. No palco, haverá óculos de realidade virtual simulando um passeio de quadriciclo.

A recepção do estande ficará por conta da comadre Pitu. Além disso, o mestre Alcides Ribeiro fará performance de esculpir a viola de cocho. Nos dias 8 e 9, o chef Marcelo Cotrim ensinará a culinária mato-grossense aos visitantes.

Em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae/MT), a Sedec participará de diversos espaços distribuídos pela feira. No Espaço Experiência, trabalhará ações da pesca esportiva, turismo de aventura, etnoturismo, negócios e eventos.

No Espaço Brasil em Festa, serão retratados os festejos de São Benedito, da Cavalhada, dos Mascarados e da Dança do Congo. Já na ala Povos Originários, indígenas da etnia Parecis representarão Mato Grosso. O Espaço Afroturismo contará com membros do Quilombo Mata Cavalo, que farão rodas de conversas e oficinas de bijuterias afro. O espaço Cafés do Brasil contará com o café premiado Massepô, produzido na terra indígena Umutina.

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Com apoio do Serviço Social do Comércio (Sesc) de Mato Grosso, o grupo Flor Ribeirinha se apresenta no palco principal, nos dias 9 e 10.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, aponta que essa é uma das maiores participações da Sedec em uma edição do Salão Nacional.

“Essa é uma de nossas maiores participações, é o momento. Com a internacionalização do aeroporto prestes a sair, devemos levar para o Brasil e para o mundo o que temos a oferecer. Teremos uma comitiva de mais de 56 pessoas, tudo isso graças as nossas parcerias com o Sebrae e o Sesc e, claro, o apoio da Secretaria”, explica César Miranda.

Salão Nacional de Turismo

Com o tema “Experiências do Brasil: o turismo responsável e inclusivo impulsionando o desenvolvimento sustentável”, o Salão Nacional do Turismo pretende estruturar, qualificar e tornar os serviços turísticos brasileiros acessíveis ao mercado, bem como apoiar e fomentar políticas públicas do setor.

A entrada para o evento é gratuita e o ingresso pode ser retirado aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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