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Governadores e líderes do agro participam do congresso sobre aviação agrícola em Cuiabá

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Aberto na noite de ontem (20.08), em Cuiabá o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg) 2024. O evento, que segue até amanhã no Aeroporto Executivo de Santo Antônio do Leverger, contou com a presença de figuras importantes do cenário político e agropecuário, incluindo os governadores de Mato Grosso, Mauro Mendes, e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha Barros Junior, além do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.

Isan Rezende, Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT) e do Instituto do Agronegócio (IA), destacou a importância crucial da aviação agrícola para o setor produtivo do agronegócio brasileiro. “A aviação agrícola não é apenas uma ferramenta, mas um pilar estratégico que impulsiona a eficiência e a sustentabilidade da produção agropecuária no Brasil. É fundamental que continuemos investindo em tecnologia e capacitação para garantir que este setor permaneça competitivo e seguro”, afirmou Rezende.

Para Rezende, a aviação agrícola desempenha um papel vital no agronegócio brasileiro, garantindo não apenas a eficiência na aplicação de insumos, mas também a sustentabilidade e a segurança das operações no campo.” Investir em tecnologias avançadas e capacitação contínua é essencial para que possamos enfrentar os desafios atuais e futuros, mantendo o Brasil na vanguarda da produção agrícola global. Este congresso é uma oportunidade única para discutirmos e aprimorarmos essas práticas, reforçando a importância desse setor para o desenvolvimento econômico do país”, completou.

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O evento, que reúne cerca de 200 marcas, oferece uma programação robusta com mostra de tecnologias, equipamentos e serviços, além de debates, painéis, cursos e demonstrações aéreas de aeronaves e drones. As atividades ocorrem diariamente entre 14h e 21h, com cursos específicos programados para as manhãs.

Além disso, o Congresso AvAg também sedia o Congresso Científico da Aviação Agrícola, onde 24 trabalhos de pesquisa serão apresentados. Destaques incluem estudos de universidades como UnB, Unesp, Ufes, UFU, UFJ e UFGD, abordando o tema “Tecnologia e Sustentabilidade da Aviação Agrícola”. Essas pesquisas prometem trazer novas perspectivas sobre o uso de tecnologias avançadas e a importância da sustentabilidade na aviação agrícola.

Fonte: Pensar Agro

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Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro

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O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.

A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.

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O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.

Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.

Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.

A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.

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Fonte: Pensar Agro

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