MATO GROSSO
Força Tática localiza e prende dois homens foragidos da Justiça em Cuiabá
MATO GROSSO
Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional localizaram e cumpriram a prisão de dois foragidos da Justiça, na manhã desta quinta-feira (22.08), em Cuiabá. Os criminosos foram presos em flagrante em duas ocorrências registradas pela equipe.
Por volta de 09h, a Força Tática recebeu denúncias anônimas sobre um foragido da Justiça que estaria trabalhando em uma loja de materiais de construção, na região da Morada da Serra. Diante das informações recebidas, os militares se deslocaram até o endereço informado e abordaram o suspeito indicado.
Ao verificarem a documentação pessoal do homem, os policiais constataram o mandado de prisão em aberto pelos crimes de roubo e furto, expedido pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá. O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a sede da Polinter para demais providências cabíveis.
Horas depois, os militares da unidade foram informados de que um trabalhador terceirizado de um condomínio de luxo possuía um mandado de prisão em aberto. Com a denúncia recebida, a Força Tática foi até o endereço, abordou o homem e confirmou o mandado expedido pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá também pelo crime de roubo.
Diante da situação, o foragido recebeu voz de prisão e foi conduzido à Polinter para registro da ocorrência e entregue para a Polícia Judiciária Civil.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


