MATO GROSSO
Festival celebra cultura nordestina com shows e programação gratuita em Cuiabá
MATO GROSSO
A segunda edição do Festival Multicultural de Arte Nordestina reunirá o melhor da música, da gastronomia e das manifestações culturais do Nordeste na Praça Santos Dumont, em Cuiabá.
Patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) via emenda parlamentar, o evento acontece nesta sexta e sábado (06 e 07.09), a partir das 18h30. A entrada é gratuita.
Serão mais de 12 horas de música ao vivo com muito forró, xote, baião, ijexá e outros ritmos. Na praça de alimentação, mais de 20 barracas vão oferecer pratos como acarajé, baião de dois, cuscuz, carne de sol, tapioca e entre outras opções.
A programação inclui shows de Thales de Paiva, Zabumba Beat, Branco Barros, Meire Pinheiro, Diva Barros e Forró Tadalafila, além de apresentação artística do grupo Tibanaré.
Para proporcionar um ambiente temático, o espaço contará com decoração inspirada na literatura de cordel, xilogravura e outros ícones da cultura nordestina. A Praça Santos Dumont receberá também toda estrutura necessária para garantir a segurança e conforto aos participantes.
De acordo com dados da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mais de 40 mil nordestinos vivem em Mato Grosso atualmente, sendo cerca de 28 mil apenas em Cuiabá.
Após o sucesso da primeira edição, que reuniu mais de dez mil pessoas, a expectativa dos organizadores é receber um público ainda mais expressivo neste ano.
Serviço
2º Festival Multicultural de Arte Nordestina
Quando: dias 6 e 7 de setembro, a partir das 18h30
Onde: Praça Santos Dumont, Av. Getúlio Vargas, Cuiabá
Entrada gratuita
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Julgamento é retomado com interrogatório dos réus
O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.
Fonte: Ministério Público MT – MT



