MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros combate incêndio em frigorífico em Várzea Grande
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta segunda-feira (30.09), um incêndio em um frigorífico no bairro Capão Grande, em Várzea Grande.
Equipes do 1º e 2º Batalhões do Corpo de Bombeiros Militar (1º e 2º BBM) foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 1h, após um chamado dos funcionários da empresa.
Informações iniciais indicavam um princípio de incêndio em uma área externa do frigorífico, onde eram armazenados papelão e plástico. Os funcionários tentaram conter as chamas, mas o fogo se espalhou rapidamente devido à alta inflamabilidade dos materiais.
No local, os bombeiros realizaram o combate direto ao incêndio com o apoio de seis viaturas, entre elas uma ABTF, ABTS, ARS, AR e um AT, dada a grande proporção do incidente. Também foi utilizado um trator para dar apoio à atuação dos militares.
Paralelamente, foi feito o resfriamento das áreas adjacentes para evitar a propagação das chamas para outras áreas e minimizar os danos.
O fogo foi totalmente extinto depois de cerca de sete horas de trabalho. Em seguida, os militares realizaram o rescaldo, procedimento necessário para evitar a reignição das chamas.
Apesar da magnitude do incêndio, ninguém ficou ferido. Até o momento, não há informações sobre a causa do incidente.
Fonte: Governo MT – MT
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



