MATO GROSSO
Força Tática prende dupla que comercializava armas de fogo em Sorriso
MATO GROSSO
Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam dois homens, de 22 e 46 anos, por posse irregular de arma de fogo e receptação, na noite desta quarta-feira (13.11), em Sorriso. Na ação, os policiais apreenderam duas armas de fogo e munições. Uma motocicleta furtada também foi recuperada.
Durante patrulhamento pela Operação Vitae, a equipe da Força Tática recebeu denúncias sobre um homem que estaria comercializando armas de fogo no município. O suspeito utilizava uma motocicleta para fazer o transporte do armamento.
A equipe iniciou diligências na região informada e localizou o suspeito transitando pela região central do município. Na abordagem, nada de ilícito foi encontrado com ele. Já em verificação ao veículo, foi identificada uma queixa de furto registrada em 2018, na cidade de Tapurah.
O homem foi questionado sobre a denúncia do comércio de armas, confessou o crime e apontou que os objetos que seriam comercializados estavam guardados na residência de seu tio.
Na sequência, os policiais se deslocaram ao endereço informado pelo suspeito e localizaram o segundo homem, que não resistiu à abordagem. Ele levou os militares até onde estavam escondidas as armas, sendo uma espingarda de calibre 32 e uma garrucha, além de munições para o armamento.
Diante da situação, os dois homens foram conduzidos para a delegacia de Sorriso, com o material apreendido e a motocicleta recuperada, para registro da ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


