MATO GROSSO
Pais ou responsáveis já podem apresentar documentação para confirmação de matrículas
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) alerta que os pais ou responsáveis já podem apresentar ou enviar, de forma virtual (upload), a documentação para confirmação de matrículas. O prazo de envio segue até 3 de janeiro de 2025.
A entrega presencial dos documentos na escola ocorre durante seu horário de funcionamento. Também é possível enviar a documentação inserindo digitalmente no portal da matrícula – no caso das escolas que têm matrícula web. Já as matrículas para as vagas remanescentes continuam exclusivamente na modalidade presencial.
É importante que os pais ou responsáveis estejam atentos a essa mudança, pois a matrícula presencial permite um contato direto com as equipes escolares, que podem esclarecer dúvidas e fornecer informações adicionais sobre o processo e as particularidades de cada escola.
Na confirmação de matrícula, os estudantes maiores de 18 anos, pais ou responsáveis legais por estudantes menores de idade, deverão assinar um Termo de Consentimento para Tratamento de Dados Pessoais. Este termo é uma exigência legal que busca proteger a privacidade dos estudantes e assegurar que seus dados serão utilizados de forma responsável e ética.
A Seduc alerta, ainda, que o sigilo acerca das informações pessoais é condição obrigatória para a efetivação da matrícula, reconhecendo a importância de manter a transparência e confiança entre as instituições de ensino e as famílias no que diz respeito ao manejo de informações pessoais sensíveis.
O ano letivo de 2025 terá início em 03 de fevereiro de 2025.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Temporada de apresentações teatrais encerra com visita a nove municípios
Após percorrer diversas regiões de Mato Grosso e mobilizar milhares de estudantes ao longo de 2026, o projeto “Prevenção Começa na Escola”, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), encerrou o circuito de apresentações teatrais com atividades em nove municípios. Nas sétima e oitava etapas, cerca de 8,7 mil crianças, adolescentes e integrantes da rede de proteção acompanharam os espetáculos que abordaram temas como violência doméstica, abuso sexual de crianças e adolescentes e bullying.Desenvolvido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, em parceria com a Cia Vostraz de Teatro, o projeto utiliza a linguagem artística para estimular a reflexão sobre situações de violência e incentivar a busca por ajuda e proteção. As apresentações reuniram estudantes, educadores, autoridades locais, representantes das forças de segurança e membros do Ministério Público, fortalecendo a atuação integrada da rede de proteção à infância e à adolescência.A sétima etapa contemplou os municípios de Cocalinho, Nova Nazaré e Água Boa, alcançando aproximadamente 2,2 mil pessoas. O delegado de Polícia Civil Carlos Alberto Silva, que atua nos três municípios, destacou a relevância da iniciativa para a prevenção e o enfrentamento da violência envolvendo crianças e adolescentes. Segundo ele, o projeto amplia o acesso a informações essenciais para a identificação de possíveis vítimas e para a orientação da comunidade. “Ao levar esse conteúdo para o ambiente escolar, o projeto contribui para a formação de uma sociedade baseada no respeito e em valores que fortalecem o convívio social”, enfatizou.Na mesma linha, a comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar, major Thamires Andrade de Almeida Oliveira, ressaltou a importância das ações de conscientização voltadas ao público infantojuvenil. Conforme a oficial, as apresentações auxiliam crianças e adolescentes a reconhecer situações de violência que estejam vivenciando ou presenciando, além de reforçar a necessidade de procurar ajuda. “Ao compreenderem melhor esses casos, eles passam a ter condições de denunciar e permitir que as autoridades adotem as medidas necessárias para garantir a proteção das vítimas”, destacou.Em Água Boa, o promotor de Justiça Luiz Alexandre Lima Lentisco observou que as peças abordam temas que exigem atenção permanente das instituições e da sociedade, como a violência doméstica e o abuso sexual de crianças e adolescentes. Para ele, a iniciativa fortalece a conscientização e contribui para a prevenção dessas violações. “As apresentações ajudam a sensibilizar crianças e adolescentes sobre problemas graves que afetam a sociedade e reforçam a importância da informação e da denúncia como instrumentos de proteção”, afirmou.A oitava e última etapa levou as apresentações aos municípios de Alta Floresta, Carlinda, Itanhangá, Tapurah, Nova Maringá e São José do Rio Claro, reunindo aproximadamente 6,5 mil participantes. Em Alta Floresta, o promotor de Justiça Guilherme da Costa destacou o caráter educativo do projeto e sua contribuição para o enfrentamento de problemas que impactam diretamente crianças, adolescentes e suas famílias.Conforme o promotor de Justiça, as peças abordam situações recorrentes acompanhadas pelos órgãos de proteção, especialmente casos de violência doméstica contra a mulher e de abuso sexual de crianças e adolescentes. “As apresentações promovem um diálogo educativo e acessível sobre realidades que exigem atenção permanente da sociedade, além de aproximar o público da atuação do Ministério Público e da rede de proteção no enfrentamento dessas violações”, ressaltou.Já em São José do Rio Claro, o promotor de Justiça Luiz Eduardo Martins Jacob Filho afirmou que a peça “RE-Cortes” retrata de forma impactante e esclarecedora situações cotidianas de violência doméstica, favorecendo a reflexão e o reconhecimento de comportamentos abusivos. Segundo ele, a encenação também desempenha um importante papel de incentivo à denúncia e à busca por apoio. “A peça é também convidativa, porque incentiva as pessoas a denunciarem”, ressaltou. O promotor acrescentou que o Ministério Público e os demais órgãos do sistema de garantia de direitos permanecem à disposição para acolher vítimas e adotar as providências necessárias para assegurar sua proteção.Para o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, os resultados alcançados ao longo da temporada evidenciam o potencial da arte como ferramenta de conscientização e prevenção. De acordo com ele, ao levar o teatro para o ambiente escolar, o projeto promove reflexões sobre temas sensíveis que impactam a vida de crianças, adolescentes e famílias, estimulando o diálogo, o reconhecimento de situações de violência e o fortalecimento da cultura da proteção e da denúncia.
Fonte: Ministério Público MT – MT



