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Polícia Civil prende receptador de bens furtados em residência e recupera objetos

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, esclareceu um crime de furto em uma residência ocorrido no município, com a prisão de um homem por receptação dos objetos subtraídos. Os itens foram recuperados.

As investigações iniciaram na quarta-feira (22.1), após uma vizinha da residência perceber que a casa estava com a porta da sala aberta, mesmo com os proprietários em viagem. Assim que tomaram conhecimento dos fatos, os policiais da Derf de Barra do Garças iniciaram as diligências para apurar os fatos.

Durante as investigações, foi possível constatar que o furto ocorreu durante a madrugada, ocasião em que os suspeitos utilizaram um veículo para colocar os produtos furtados.

Segundo o delegado titular da Derf Barra do Garças, Nelder Martins Pereira, o mesmo veículo já foi utilizado em outros crimes de furtos ocorridos nas duas últimas semanas e sua identificação possibilitará responsabilizar o autor desses delitos.

Na manhã de quinta-feira (23.1), os investigadores da Derf identificaram o local onde estavam os objetos furtados e realizaram a prisão em flagrante do proprietário do imóvel pelo crime de receptação. O suspeito possui extensa ficha criminal pelos crimes de furto, roubo, tráfico de drogas e entre outros crimes.

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O suspeito foi conduzido à Derf, interrogado pelo delegado Joaquim Leitão, lavrado o flagrante e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça na Cadeia Pública de Barra do Garças.

Fonte: Governo MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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