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Secel abre inscrições para bolsa de auxílio voltado para treinadores esportivos

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) abriu, nesta sexta-feira (31.1), as inscrições para o Bolsa Técnico 2025 do Programa OlimpusMT. Com orçamento de R$ 1,2 milhão, a seleção pública busca ofertar bolsas de auxílio mensal a treinadores esportivos de Mato Grosso. As inscrições vão até 14 de fevereiro – clique aqui para se inscrever.

“Com o bolsa técnico, conseguimos inovar e abranger o setor esportivo como um todo, atendendo também os responsáveis pela preparação de nossos atletas. O Olimpus MT tem se mostrado importante e necessário para o crescimento do esporte e suas diversas modalidades em Mato Grosso”, ressaltou o titular da Secel, secretário David Moura.

As bolsas são divididas em três categorias, sendo 31 vagas para a Bolsa Técnico Base com valor de R$ 1 mil por mês; 30 para a Bolsa Técnico Nacional com valor de R$ 1,5 mil, e 12 para Bolsa Técnico Internacional com valor mensal de R$ 2 mil. Todas têm um prazo de doze meses.

Destas, 20% serão reservados aos técnicos de atletas paralímpicos e, quando não preenchidos por estes, serão revertidos para os técnicos classificados na ampla concorrência.

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Entre alguns dos requisitos para participar estão o registro no Conselho Regional de Educação Física do Estado de Mato Grosso (CREF-17) dentro do prazo de validade e ter nacionalidade brasileira, com residência e domicílio comprovados no Estado há pelo menos 2 anos. Além disso, serão priorizados os técnicos que tenham atletas contemplados no Projeto Olimpus/Bolsa Atleta 2024.

O edital pode ser acessado no site da Secel. As inscrições serão realizadas por meio de formulário eletrônico e envio de anexos. Já a publicação do resultado final dos classificados está prevista para o dia 28 de abril.

Clique aqui para acessar o edital.

Olimpus-MT

O Projeto Olimpus é considerado o mais relevante programa financeiro para o desenvolvimento do esporte de Mato Grosso. Desde 2020, por meio do programa OlimpusMT, já foram investidos mais de R$ 13 milhões na concessão de bolsas a atletas e técnicos do Estado.

Confira o cronograma:

29/01 – Publicação do edital Bolsa Técnico
29/01 até 14/02 – Período das inscrições
10/03 – Notificação de Pendências Documentais
17/03 – Final do prazo para envio de documentos pendentes
31/03 – Resultado Preliminar de Habilitação
01/04 e 02/04 – Período para interposição de recurso da Fase Documental
09/04 – Resultado Final de Habilitação
17/04 – Resultado Preliminar da Análise Técnica
22/04 e 23/04 – Período para interposição de recurso da Fase Tecnica
28/04 – Publicação do Resultado Final dos Classificados

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Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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