MATO GROSSO
Saiba como utilizar os canais de atendimento virtual do Detran-MT
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Além do atendimento presencial nas unidades e dos serviços disponíveis pela internet, o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) também possui um canal de atendimento via WhatsApp, pelo número (65) 9 9933-9318, e o Disque Detran, através do número (65) 3615-4800.
Somente em 2024, foram realizados 77.746 atendimentos ao cidadão por meio do canal telefônico Disque Detran. Já o WhatsApp começou a funcionar em abril do ano passado e, até o momento, já foram contabilizados 476.948 atendimentos à população pelo chatbot e 18.307 atendimentos com interação humana.
“O uso da tecnologia proporciona mais agilidade e comodidade para o cidadão na busca de serviços e informações do Detran”, afirmou o presidente da autarquia, Gustavo Vasconcelos.
Pelo WhatsApp, o cidadão pode obter respostas automáticas para as perguntas feitas com mais frequência e também pode interagir com um dos atendentes da autarquia, pelo aplicativo de mensagens, para sanar suas dúvidas. O serviço está disponível no horário de expediente, das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira.
O cidadão Cristiano Marsaro foi uma das pessoas que utilizou o serviço para solicitação relacionada a clínica médica para exame de aptidão física e mental do processo de habilitação. “Ótimo atendimento. Tive minha demanda atendida de forma rápida pelo número do WhatsApp. Recomendo o atendimento virtual”, disse.
Conforme a gerente de Atendimento Virtual do Detran, Daniela Córdova, as informações mais solicitadas pelo WhatsApp são referentes a procedimentos de transferência de veículo, renovação de CNH, certidão de condutor, informações sobre agendamento de atendimento presencial, CNH Social, exame toxicológico, impedimentos de veículos, comunicação de venda e entre outros assuntos.
“No atendimento virtual, o cidadão é orientado sobre processos de veículos e habilitação, recebe instruções para agendar seu atendimento presencial, se informa sobre os serviços oferecidos em cada unidade e é direcionado aos atendimentos especializados dos setores, quando necessário. Isso diminui a necessidade de deslocamentos até as unidades e torna o atendimento presencial mais preciso e eficiente”, finalizou a gerente.
Fonte: Governo MT – MT
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Obras em área de preservação são investigadas pelo MPMT
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou inquérito civil para apurar obras e intervenções realizadas pelo Município de Colíder em uma Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Rio Jaracatiá, na Avenida do Colonizador Roque Guedes, região central da cidade. A investigação é conduzida pela promotora de Justiça Graziella Salina Ferrari, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Colíder.A medida foi adotada após a constatação de intervenções na APP durante vistoria realizada pelo Ministério Público nesta quinta-feira (20). Conforme o relatório elaborado pela Promotoria, foram identificados serviços de remoção de vegetação, movimentação de terra com o uso de escavadeira hidráulica, exposição do solo e colocação de pedras nas margens do curso d’água. Na portaria de instauração, a Promotoria de Justiça destaca que as faixas marginais de cursos d’água são protegidas pela legislação ambiental como Áreas de Preservação Permanente e que qualquer intervenção nesses locais depende da observância das hipóteses legais, além da obtenção de licenciamento ambiental, autorização do órgão competente e, quando necessário, outorga de recursos hídricos. A realização de intervenções em APP sem as devidas autorizações pode caracterizar infrações previstas na Lei de Crimes Ambientais.Como primeiras providências da investigação, a promotora requisitou ao Município o envio, no prazo de 10 dias úteis, de documentos relacionados ao possível licenciamento ambiental, autorizações para intervenção em APP, atos de outorga ou dispensa de outorga, além dos projetos executivos das obras e respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também deverá apresentar cópias dos procedimentos administrativos de licenciamento e das eventuais autorizações emitidas, bem como o parecer técnico que possa ter fundamentado a liberação da intervenção. Já a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi oficiada para informar a existência de processos administrativos relacionados às obras e realizar fiscalização no local, com o encaminhamento posterior de relatório à Promotoria de Justiça. Além disso, a promotora solicitou apoio técnico especializado ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAEx Ambiental) para análise da área por imagens de satélite. O objetivo é identificar as condições da cobertura vegetal antes da intervenção, delimitar a extensão da APP, mensurar a área afetada, avaliar os danos ambientais já causados e os riscos decorrentes das obras, especialmente em períodos chuvosos, bem como estimar a valoração econômica dos eventuais prejuízos ambientais.O relatório de vistoria produzido pelo Ministério Público aponta intervenção direta em ambas as margens do Rio Jaracatiá, abrangendo trechos da Área de Preservação Permanente.
Fonte: Ministério Público MT – MT



