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Polícias Civil e Militar prendem faccionados com drogas e arma de fogo em Matupá

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Três integrantes de uma façcão criminosa envolvidos com crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo foram presos em flagrante, na sexta-feira (14.3), em ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar, no município de Matupá. As prisões integram os trabalhos do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado para combate à atuação de facções criminosas em todo Mato Grosso.

As diligências iniciaram após as equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar levantarem informações de que faccionados estavam em uma residência no bairro Jardim União, realizando o comércio de entorpecentes, local em que também estariam armazenadas armas de fogo.

Com base nos levantamentos, os policiais passaram a monitorar o endereço, momento em que um dos suspeitos fugiu ao avistar as equipes. Os policiais conseguiram abordá-lo, sendo encontrado com ele uma porção de maconha.

Diante das evidências, as equipes policiais seguiram para a residência, onde encontraram o segundo suspeito. Em buscas no local, foi localizado, debaixo de um colchão, um revólver calibre 38 com quatro munições intactas e uma porção grande de maconha.

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Em continuidade às diligências, os policiais foram para outra residência onde estaria o responsável pela venda dos entorpecentes. No local, além da prisão do terceiro suspeito, foi realizada a apreensão de dinheiro, porções de pasta base e de cocaína e de uma balança de precisão, que estavam escondidos no forro da casa.

Todo material ilícito encontrado nas duas residências foi apreendido e os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Matupá, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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