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Abertas as Inscrições para o 11º Encontro Avícola e Empresarial Unifrango

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Estão abertas as inscrições para o 11º Encontro Avícola e Empresarial Unifrango, que ocorrerá de 22 a 24 de julho, em Maringá (PR). Com o tema “Crescimento impulsionando a evolução”, o evento, tradicional no agronegócio, acontecerá no novo local, o espaço Lebloc Jardim. De acordo com Hugo Bongiorno, presidente da Unifrango, a programação técnica e empresarial promete atrair profissionais em busca de novas tendências, tecnologias e soluções para melhorar o desempenho na produção. “O evento é uma excelente oportunidade para estreitar laços entre produtores, técnicos, fornecedores e compradores, promovendo colaborações e investimentos no setor”, afirma Bongiorno.

As inscrições podem ser realizadas pelo link https://encontrotecnico.unifrango.com.br/, onde também é possível acessar a programação completa. Os valores variam conforme a categoria: estudantes (R$ 50), acionistas (R$ 100) e não-acionistas (R$ 150). “Com base em edições anteriores, esperamos uma grande participação, consolidando o evento como um dos mais importantes do setor avícola no cenário nacional e internacional”, destaca o presidente. Ele também ressalta que o evento atrairá participantes de mercados estratégicos, ampliando as oportunidades de negócios. “Recomendamos que os interessados garantam suas vagas, pois são limitadas”, alerta.

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Programação

O evento contará com especialistas renomados do setor avícola, workshops e palestras técnicas sobre todos os processos da cadeia de proteína animal, desde o incubatório até a negociação com os mercados interno e externo. “Os temas das palestras foram cuidadosamente selecionados pelo comitê técnico para atender às demandas do setor, com palestrantes de destaque na avicultura”, acrescenta Bongiorno.

A palestra inaugural será proferida por Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em seguida, Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), fará sua apresentação. Juliana Satie, diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do MAPA, também estará presente. Especialistas de diversas empresas e entidades de classe abordarão temas como infraestrutura, processos, tecnologias, normas e desafios da avicultura, com ênfase em sanidade e prevenção de doenças.

O evento contará ainda com a presença de nomes como o cientista político Heni Ozi Cukier, conhecido como “Professor HOC” e proprietário do maior canal de Geopolítica do Brasil; o ex-ministro da Agricultura Antônio Cabrera; Marcos Fava Neves, o “Doutor Agro”, renomado professor e cientista internacional da área de agronegócio; e a jornalista especializada em Economia e Agronegócio Kellen Severo. O entretenimento ficará por conta da dupla sertaneja Rodrigo e Ravel e de um grupo de violeiros.

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Parcerias

O 11º Encontro Avícola e Empresarial Unifrango conta com o patrocínio de diversas empresas do setor, incluindo Huvepharma (Monimax), Vidara do Brasil, MSD Brasil, Kemin, Adisseo Brasil Nutrição Animal, Safeeds Nutrição Animal, GFS Indústria de Alimentação Animal, entre outras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Custos da safra 2026/27 sobem para milho e soja em Mato Grosso, enquanto algodão registra queda, aponta Imea

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Os custos de produção das principais culturas agrícolas de Mato Grosso devem apresentar comportamentos distintos na safra 2026/27. Levantamento divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra aumento dos gastos para o cultivo de milho e soja, enquanto o algodão deve registrar redução nos desembolsos por hectare.

O avanço dos custos está relacionado, principalmente, às maiores despesas com fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes, fatores que seguem impactando a rentabilidade das atividades e exigindo maior planejamento financeiro dos produtores.

Custo do milho sobe mais de 14% em Mato Grosso

De acordo com o Imea, o custeio do milho para a safra 2026/27 foi estimado em R$ 3.799,42 por hectare, alta de 14,46% em relação ao consolidado da temporada 2025/26.

O aumento foi impulsionado pelos maiores gastos com fertilizantes e defensivos, além da elevação nos custos das sementes, refletindo tanto o encarecimento dos insumos quanto a adoção de materiais genéticos mais tecnológicos.

Como consequência, o Custo Operacional Efetivo (COE) foi projetado em R$ 5.528,49 por hectare, avanço de 15,03% na comparação anual.

Já o Custo Total (CT) atingiu R$ 7.418,49 por hectare, crescimento de 10,30% frente à safra anterior.

Preço mínimo para cobrir os custos

Com os custos mais elevados, o produtor precisará de maior eficiência na gestão comercial da safra.

Considerando uma produtividade de referência de 120,28 sacas por hectare, o Imea estima que a saca de milho deverá ser comercializada a pelo menos R$ 45,96 para cobrir o COE da atividade.

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O cenário reforça a importância da comercialização antecipada e do travamento de preços em momentos favoráveis do mercado para preservar margens de rentabilidade.

Soja também terá aumento nos custos de produção

Para a soja, as projeções apontam um cenário de cautela para a temporada 2026/27.

Segundo o levantamento elaborado pelo Sistema Famato, Senar-MT e Imea, o custeio da oleaginosa foi estimado em R$ 4.315,29 por hectare, alta de 3,21% em relação à safra 2025/26.

Os principais fatores responsáveis pela elevação dos custos foram:

  • Fertilizantes e corretivos: aumento de 5,40%;
  • Defensivos agrícolas: alta de 10,97%.

Além dos custos mais elevados, o setor continua atento às condições climáticas para a próxima temporada.

As incertezas relacionadas ao clima seguem sendo apontadas como um dos principais riscos para a produtividade das lavouras, podendo impactar diretamente o potencial produtivo e os resultados econômicos da atividade.

Crédito restrito preocupa produtores

Outro fator que preocupa o setor é a maior restrição ao crédito rural.

Segundo o Imea, a limitação dos recursos disponíveis para financiamento pode reduzir a capacidade de investimento dos produtores e provocar ajustes nos pacotes tecnológicos adotados nas propriedades.

Como reflexo desse cenário, o ponto de equilíbrio da soja para cobrir os custos de custeio aumentou 9,13% em relação à temporada passada.

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Diante das margens mais apertadas, os produtores acompanham com atenção a compra dos insumos ainda pendentes e as oportunidades de comercialização da safra futura.

Algodão apresenta redução nos custos

Na contramão de milho e soja, o algodão foi a única das principais culturas analisadas a registrar queda no custo de produção.

O custeio da safra 2026/27 foi estimado em R$ 10.652,39 por hectare, redução de 1,14% em comparação ao consolidado da temporada anterior.

A diminuição foi influenciada principalmente pela redução das despesas com:

  • Manutenção de máquinas e equipamentos;
  • Operações mecanizadas;
  • Defensivos agrícolas.

Apesar do alívio nos custos, a cultura continua exigindo elevados investimentos por hectare, mantendo-se entre as atividades agrícolas de maior intensidade de capital no país.

Produtores enfrentam cenário de margens mais pressionadas

Os dados do Imea mostram que a safra 2026/27 deverá exigir maior planejamento financeiro dos produtores mato-grossenses.

Com custos mais elevados para milho e soja e um ambiente marcado por incertezas climáticas, restrição de crédito e volatilidade dos mercados, a gestão eficiente dos insumos e a estratégia de comercialização ganham ainda mais relevância.

Nesse contexto, o monitoramento dos custos de produção e das oportunidades de mercado será decisivo para a manutenção da rentabilidade das propriedades rurais na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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