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Edital do BRT será republicado para inclusão de obras de drenagem na Prainha

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o primeiro edital para contratação das obras de conclusão do Sistema BRT será republicado para inclusão das obras de drenagem da Avenida Prainha.

As melhorias no trecho foram determinadas pelo governador Mauro Mendes.

“Nós iremos resolver aquele problema de drenagem da Prainha. Trabalhamos para apresentar, no projeto do BRT, uma solução definitiva para ali próximo do Camelô, naquele ponto onde acontece aquele grande alagamento, nós trazermos uma solução definitiva para aquele caos”, afirmou ele.

A republicação do edital está prevista para esta sexta-feira (11.4), no Diário Oficial do Estado, já com as novas datas para o processo e os devidos ajustes orçamentários.

O processo de contratação será realizado por de dispensa eletrônica, com participação das empresas interessadas mediante cadastro no Sistema de Aquisições Governamentais (Siag). A escolha da empresa será pelo menor valor, com disputa aberta de lances.

A empresa vencedora será responsável tanto pela elaboração dos projetos básicos e executivos quanto pela execução das obras de infraestrutura e urbanização da linha Várzea Grande – CPA, incluindo a conclusão dos serviços em Várzea Grande e a implantação da infraestrutura em Cuiabá, entre a ponte Júlio Müller e a Secretaria de Estado de Fazenda.

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Novas contratações

Outros trechos do BRT, como o da região do Coxipó até o centro da capital, além das estações, terminais e demais serviços, serão contratados separadamente.

Consórcio BRT

Enquanto isso, o Consórcio BRT segue com a conclusão das obras na Avenida da FEB, em Várzea Grande, e na Avenida do CPA, em Cuiabá, até o Crea. O prazo contratual para conclusão desses serviços é de 150 dias.

Fonte: Governo MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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