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MPA e MAPA realizam webinário “Potenciais e Perspectivas do Mercado Canadense para o Pescado Brasileiro”

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) realizaram, hoje, (16/04) o webinário “Potenciais e Perspectivas do Mercado Canadense para o Pescado Brasileiro“. O objetivo é promover as exportações do setor pesqueiro nacional por meio da interação direta com o mercado externo.  

No evento, o Adido Agrícola do Brasil no Canadá, Paulo Marcio Mendonça, apresentou as oportunidades para o setor produtivo no país e dialogou sobre futuras possibilidades no país. 

De acordo com o diretor do Departamento da Indústria do Pescado (DIP/SNPI), José Luis Vargas, os pescadores e aquicultores brasileiros têm muitas oportunidades inexploradas no Canadá. “O Adido Paulo Márcio demonstrou com muita propriedade as oportunidades para aumentarmos as exportações de pescados brasileiros ao Canadá. Essa apresentação foi a primeira etapa de uma estratégia que desenhamos visando elevar nossas exportações a este mercado”, destacou.  

O assessor especial do ministro André de Paula, Carlos Mello, explicou que o webinário foi a primeira ação da iniciativa para fortalecer a relação comercial com o Canadá. “Esse é o primeiro encontro de uma iniciativa que busca identificar novas oportunidades para o comércio exterior de pescados aqui do Brasil. O Canadá é um mercado em potencial, que pode evoluir para uma relação mais consistente para o pescado brasileiro, aproveitando o atual cenário global”, afirmou. 

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Carlos ainda reforçou que esse interesse do setor produtivo é fundamental para que os Ministérios viabilizem políticas públicas de fomento à exportação. “A partir desse interesse, podemos avançar na pauta, fomentando a cultura exportadora no nosso setor”, explicou. 

Além de representantes dos Ministérios, o webinário contou com a participação de diversas entidades ligadas à pesca como a Embrapa, associações e empresas privadas. Os interessados puderam se inscrever por meio do Conselho Nacional da Aquicultura e Pesca (CONAPE). 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Mercado italiano de frutas frescas impulsiona demanda por tecnologia de amadurecimento controlado

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Expansão do consumo e exigências de qualidade elevam necessidade de sistemas seguros e eficientes de amadurecimento, abrindo espaço para novas tecnologias no país europeu.

Itália amplia protagonismo no mercado europeu de frutas frescas

O mercado italiano de frutas frescas passa por um processo de amadurecimento e transformação, impulsionado pelo crescimento das importações de banana, pela expansão do consumo de abacate e pela consolidação da produção de caqui.

Esse cenário tem ampliado a demanda por soluções de amadurecimento controlado, consideradas essenciais para garantir qualidade, padronização e eficiência ao longo da cadeia de abastecimento.

De acordo com dados do FAOSTAT, a Itália importa mais de 600 mil toneladas de banana por ano, consolidando-se como um dos maiores mercados da fruta na Europa.

Crescimento do consumo de abacate reforça necessidade de controle pós-colheita

A demanda por abacate também segue em expansão no continente europeu. Projeções indicam que a fruta deve se tornar a segunda mais comercializada globalmente até 2030, refletindo mudanças no perfil de consumo.

Em 2024, as importações europeias de abacate atingiram cerca de € 3,5 bilhões, sendo € 2,8 bilhões provenientes de países em desenvolvimento.

Esse avanço reforça a necessidade de processos de amadurecimento mais precisos, especialmente em mercados em expansão como o italiano.

Produção de caqui fortalece uso de etileno no país

Além das frutas tropicais, a Itália também se destaca como um dos principais produtores europeus de caqui, cultura em que o uso de etileno já é amplamente adotado no pós-colheita.

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A combinação entre frutas importadas e produção local aumenta a pressão sobre operadores para garantir uniformidade, qualidade e escala, tornando o controle do amadurecimento um fator estratégico.

Instabilidade no fornecimento de etileno preocupa setor

Outro ponto de atenção no mercado é a estabilidade no fornecimento de etileno, insumo essencial para o amadurecimento de frutas.

Segundo especialistas do setor, fatores geopolíticos recentes têm impactado a disponibilidade e os preços desse insumo, elevando a preocupação dos operadores.

Nesse contexto, soluções que permitem a geração de etileno no próprio local ganham relevância, reduzindo a dependência de cadeias externas e aumentando o controle operacional.

Macfrut impulsiona entrada de novas tecnologias no mercado italiano

A feira Macfrut, um dos principais eventos do setor de frutas e hortaliças na Europa, tem sido um ponto estratégico para a introdução de novas tecnologias no mercado italiano.

A participação de empresas internacionais no evento reflete o interesse crescente por soluções mais simples, seguras e eficientes no processo de amadurecimento.

Mercado italiano entra em fase de expansão estruturada

Apesar de ainda estar em estágio inicial para algumas tecnologias, o mercado italiano apresenta alto potencial de crescimento, impulsionado por:

  • Forte volume de importações de frutas
  • Aumento do consumo interno
  • Exigências rigorosas de qualidade e rastreabilidade
  • Expansão de cadeias logísticas mais complexas
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Atualmente, as bananas lideram a aplicação de tecnologias de amadurecimento, mas o avanço do abacate e o fortalecimento do caqui ampliam as oportunidades no setor.

Simplicidade e segurança ganham prioridade nas operações

Com o aumento da complexidade logística, operadores buscam soluções que combinem eficiência operacional com segurança.

Sistemas que permitem a geração controlada de etileno diretamente nas câmaras de amadurecimento têm se destacado por:

  • Reduzir riscos operacionais
  • Eliminar o uso de cilindros de gás comprimido
  • Facilitar o cumprimento de normas regulatórias
  • Garantir maior uniformidade no amadurecimento
Parcerias locais fortalecem expansão no país

A expansão de tecnologias no mercado italiano também passa pela formação de parcerias com empresas locais, especialmente em regiões estratégicas como Úmbria e Sicília.

Essa aproximação facilita a adaptação das soluções às necessidades do mercado e fortalece a presença comercial no país.

Itália se consolida como próximo polo estratégico na Europa

Com discussões já em andamento e crescimento projetado no curto prazo, a Itália desponta como um dos principais focos de expansão para empresas do setor de pós-colheita.

O avanço do consumo, aliado à necessidade de maior controle operacional, indica que o país entra em uma nova fase, marcada pela profissionalização e pela adoção de tecnologias voltadas à eficiência e qualidade na cadeia de frutas frescas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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