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Chuva impulsiona a colheita de caqui em Caxias do Sul e melhora a qualidade dos frutos

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Precipitações e queda nas temperaturas contribuem para o aumento da qualidade dos caquis na região, embora a oferta crescente pressione os preços.

A colheita de caqui em Caxias do Sul avança a passos largos, conforme informações divulgadas pela Emater/RS-Ascar. As chuvas recentes foram fundamentais para a recuperação da umidade do solo e do ar, condições que estavam comprometidas anteriormente devido à falta de precipitações.

Segundo o informe, a diminuição das temperaturas também teve um impacto positivo no desenvolvimento da fruta, melhorando tanto o calibre quanto a turgidez dos caquis. “As condições climáticas mais amenas favoreceram a qualidade dos frutos e o bem-estar das plantas”, destacou a Emater/RS-Ascar, ressaltando a boa condição dos pomares.

A colheita está sendo realizada tanto em pomares que atingiram estágio avançado de maturação quanto naqueles que receberam a aplicação de giberelina, substância que retarda o amadurecimento das frutas. Em termos fitossanitários, a avaliação indica que não há ocorrências significativas de doenças ou pragas, com o estado das plantações mantendo-se dentro da normalidade.

Entretanto, apesar das boas condições nas lavouras, os preços do caqui continuam a registrar queda. A principal explicação apontada pela Emater é o aumento da oferta de caquis de outras regiões do país, o que tem pressionado o mercado local. Atualmente, o preço da fruta varia entre R$ 2,50 e R$ 3,50 por quilo, dependendo do calibre dos frutos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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