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Mercado do Feijão Registra Queda nos Preços em Meio a Negociações Pontuais

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Negociações pontuais e queda nos preços

O mercado do feijão seguiu com negócios pontuais ao longo da última semana, especialmente para os lotes classificados com notas 9 ou superiores, conforme apontam dados do Cepea. Mesmo com produtores mantendo uma postura firme nas ofertas de grãos de melhor qualidade, os preços continuaram em queda. O movimento se deve à combinação entre uma maior oferta do produto e uma demanda retraída por parte dos compradores.

Avanço da colheita da primeira safra

No campo, os trabalhos de colheita da primeira safra de feijão avançaram significativamente. Até o dia 13 de abril, 79,2% da área cultivada havia sido colhida, de acordo com informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Esse ritmo de colheita contribui para o aumento da disponibilidade do grão no mercado interno.

Estimativas de oferta e demanda

As projeções mais recentes divulgadas pela Conab neste mês indicam uma relativa estabilidade na oferta interna de feijão para o ano de 2025, com uma leve retração de 0,9%. Apesar disso, a produção da primeira safra, atualmente em fase final de colheita, deverá sustentar o abastecimento nacional, uma vez que as expectativas para a segunda e a terceira safras são de volumes menores.

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Aumento na oferta de feijão preto pressiona preços

Dentre as variedades, o destaque fica para o feijão preto, cuja produção deve apresentar o maior crescimento anual, estimado em 20%. Esse aumento significativo contribui para reforçar o cenário de queda nos preços, diante de um mercado já pressionado pela ampla oferta e pela demanda reduzida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil amplia exportações de carne suína e fortalece competitividade global com genética, sanidade e eficiência

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O Brasil segue consolidando sua posição entre os principais exportadores mundiais de carne suína, impulsionado por avanços em genética, elevados padrões sanitários e ganhos contínuos de eficiência produtiva. O cenário foi destacado pelo diretor técnico da PIC, José Henrique Piva, durante a abertura da programação técnica da Suinfair 2026, realizada nesta quinta-feira (2), em Ponte Nova (MG).

Na avaliação do especialista, o desempenho da suinocultura brasileira é resultado de um trabalho conjunto envolvendo produtores, cooperativas, empresas de genética, assistência técnica e toda a cadeia produtiva. Esse conjunto de fatores tem permitido ao país ampliar sua presença no mercado internacional, mesmo diante de um ambiente global marcado por desafios econômicos e sanitários.

Produção cresce acima da expansão do plantel

Durante a apresentação, Piva destacou que a produção nacional de carne suína apresentou crescimento consistente ao longo da última década, mesmo sem um aumento proporcional no número de matrizes.

Segundo ele, esse desempenho reflete os avanços tecnológicos incorporados às granjas, a evolução dos programas de melhoramento genético e o aprimoramento dos índices zootécnicos.

“O crescimento da produção brasileira está diretamente ligado aos ganhos de produtividade e à eficiência dos sistemas de produção”, ressaltou.

Esse avanço também se reflete no desempenho das exportações brasileiras, que vêm conquistando espaço em importantes mercados internacionais e fortalecendo a competitividade do setor.

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Genética e tecnologia elevam produtividade

Entre os fatores responsáveis pela evolução da suinocultura nacional, o diretor técnico destacou:

  • investimentos contínuos em genética;
  • melhoria da conversão alimentar;
  • evolução dos índices produtivos;
  • avanços no controle sanitário;
  • integração entre produtores, empresas e entidades do setor.

Segundo Piva, a genética moderna tem permitido produzir animais mais eficientes, capazes de converter melhor a alimentação em ganho de peso, reduzindo custos e aumentando a rentabilidade das granjas.

No entanto, ele reforçou que os resultados dependem diretamente da qualidade do manejo, das instalações, da sanidade dos rebanhos e das condições ambientais oferecidas aos animais.

Mercado internacional enfrenta desafios distintos

Ao comparar o cenário brasileiro com outros grandes produtores mundiais, o especialista explicou que cada país enfrenta obstáculos específicos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a escassez de mão de obra e a ocorrência de doenças que afetam os rebanhos têm limitado a expansão da atividade e reduzido a competitividade de parte das granjas.

Piva também lembrou que a suinocultura norte-americana vive ciclos econômicos caracterizados por períodos alternados de alta rentabilidade e prejuízos. Nos últimos anos, esse cenário levou ao fechamento de diversas propriedades, principalmente aquelas de menor porte e com menor capacidade de adaptação às oscilações do mercado.

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Segundo ele, compreender essas movimentações internacionais é fundamental para que os produtores brasileiros planejem investimentos de longo prazo e aproveitem as oportunidades abertas no comércio global.

Eficiência será o principal diferencial competitivo

Na avaliação do diretor técnico da PIC, o futuro da suinocultura mundial será cada vez mais pautado pela eficiência produtiva.

Produtores capazes de reduzir custos, elevar a produtividade e investir continuamente em inovação estarão mais preparados para enfrentar oscilações do mercado e ampliar sua participação nas exportações.

Piva destacou ainda que o Brasil possui um dos maiores patrimônios da cadeia: seu elevado status sanitário, reconhecido internacionalmente, fator que abre portas para novos mercados consumidores.

Para ele, preservar essa condição será essencial para garantir a continuidade da expansão das exportações brasileiras de carne suína e fortalecer ainda mais a competitividade do setor nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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