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Publicação do Ministério do Turismo incentiva inovações para adaptação climática e a sustentabilidade do setor
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Oferecer referências para que o setor turístico estruture iniciativas de mitigação das emissões de gases de efeito estufa e adote medidas de fortalecimento da resiliência de destinos às mudanças climáticas. Este é o objetivo do relatório “Soluções Inovadoras para a Ação Climática e a Sustentabilidade no Turismo”, elaborado pelo Ministério do Turismo (MTur) juntamente com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e o Turistech Hub, um centro de inovação formado por empresas e associações do ramo.
A publicação apresenta o mapeamento de desafios, oportunidades e tendências na área, bem como casos de sucesso de base tecnológica e as possibilidades de replicação de boas práticas no país. São abordadas questões a exemplo da gestão de resíduos, gestão hídrica, eficiência energética, descarbonização dos transportes e da redução do desperdício alimentar, envolvendo as áreas de hotelaria e aviação, entre outras. (Acesse AQUI o relatório).
A coordenadora-geral de Turismo Sustentável e Responsável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destaca o empenho do órgão no sentido de fomentar adaptações. “A partir dos exemplos do relatório, esperamos engajar cada vez mais o setor e proporcionar o desenvolvimento e a adoção de inovações que permitam ao Brasil responder de forma mais adequada às questões impostas pelas mudanças climáticas”, explica a coordenadora.
O Ministério do Turismo tem promovido a orientação de esforços para apoiar e desenvolver ações de mitigação e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas no setor. O trabalho engloba a busca por parcerias com instituições públicas e privadas, além de organismos internacionais, a fim de permitir a implementação de projetos inovadores e de novos modelos de negócios, alinhando crescimento econômico e sustentabilidade.
O coordenador de Sustentabilidade e Ações Climáticas no Turismo do MTur, Edson Barros, observa que o relatório traz soluções práticas. “As soluções do relatório mostram um caminho de efetividade para o setor de turismo trilhar sua trajetória de sustentabilidade e de maior resiliência aos efeitos da mudança do clima”, ressalta.
O relatório “Soluções Inovadoras para a Ação Climática e a Sustentabilidade no Turismo” do Ministério do Turismo foi apresentado durante o Turistech Summit 2025, realizado em São Paulo (SP). O evento, considerado o maior encontro de líderes da inovação no setor, reuniu vários especialistas e representantes das melhores startups de turismo para a realização de palestras, workshops e painéis sobre o futuro do segmento.
PLANO CLIMA – O Governo Federal promove atualmente uma consulta pública para a construção do Plano Clima Adaptação. A iniciativa, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, contempla um total de 16 planos setoriais, incluindo o turismo. As contribuições, que podem ser feitas por qualquer cidadão, serão recebidas até o próximo dia 09 de maio. (Acesse AQUI os textos dos planos setoriais e participe da consulta pública).
Este é o 1ª plano setorial de adaptação climática de âmbito nacional a envolver o segmento turístico. O documento constitui uma das entregas previstas no Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027 e indicará ações para reduzir as vulnerabilidades do ramo às mudanças climáticas. Após o encerramento da consulta pública, as contribuições ao texto final, que deve ser lançado em outubro de 2025, serão avaliadas pelas áreas técnicas específicas.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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