CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Etanol: Preços do hidratado e anidro encerram semana em queda

Publicados

AGRONEGOCIOS

Etanol anidro apresenta maior queda

Entre os dias 21 e 25 de abril, os preços do etanol anidro e hidratado, ambos monitorados pelo Indicador Cepea/Esalq, registraram desvalorização. A maior queda foi observada no etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, que passou de R$ 3,1508 por litro na semana anterior para R$ 3,0914 por litro, uma redução de 1,89%.

Etanol hidratado também apresenta queda, mas em menor intensidade

O etanol hidratado, destinado aos veículos flex ou que utilizam exclusivamente álcool, fechou a semana com uma ligeira desvalorização de 0,22%. O preço médio registrado foi de R$ 2,7080 por litro, contra R$ 2,7140 por litro na semana de 14 a 17 de abril. Esta foi a segunda semana consecutiva de baixa para o etanol hidratado.

Valorizações no Indicador Diário Paulínia

No fechamento da sexta-feira, 25 de abril, o Indicador Diário Paulínia registrou uma leve alta no preço do etanol hidratado. O combustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.806,00 o metro cúbico (m³), representando uma valorização de 0,68% em comparação ao valor de R$ 2.787,00 o m³ do dia anterior.

Leia Também:  Brasil registra a primeira ocorrência de picão-preto resistente a herbicida

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

Publicados

em

A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

Leia Também:  Empresas brasileiras buscam novos mercados após aumento de barreiras comerciais
Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

Leia Também:  Dólar sobe com preocupações fiscais nos EUA e expectativa por bloqueios no Orçamento brasileiro

Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA