CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Senado discutirá concessão da BR-364 em audiência pública na CI

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Infraestrutura (CI) fará uma audiência pública sobre a modelagem da concessão da rodovia BR-364, no trecho entre Rondonópolis (MT) e Jataí-Rio Verde (GO). Um requerimento com esse objetivo foi aprovado pela comissão nesta terça-feira (29). A data do debate ainda será definida.

O requerimento (REQ 38/2025 – CI) foi apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT).

Durante a audiência, devem ser discutidas questões como a tarifa de pedágio, o cronograma de obras, a manutenção e a ampliação da capacidade da via. Também serão abordados assuntos como travessias urbanas, internet 5G, instalação de dispositivos de segurança e outras melhorias previstas no Plano de Exploração da Rodovia (PER).

Ao justificar seu requerimento, Wellington destacou a importância estratégica da BR-364 para o escoamento da produção agrícola, o transporte de passageiros e o desenvolvimento econômico da região Centro-Oeste. O senador alertou para a necessidade de que a concessão contemple obras em curto e médio prazos para atender às expectativas da população.

— No estado do Mato Grosso, isso nos causa preocupação, porque não temos praticamente nada de duplicação. A concessão será feita em um trecho relativamente grande, e isso pode causar uma frustração na população, que começará a pagar pedágio e praticamente não verá obras. Não queremos atrapalhar, mas precisamos cobrar para que mais obras sejam planejadas — declarou ele.

Leia Também:  Direito da mulher: falta a audiência não é renúncia de vítima à ação, aprova CDH

Wellington ressaltou ainda que a audiência pública será essencial para garantir a transparência do processo de concessão e possibilitar a participação da sociedade na formulação de sugestões ao projeto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Comissão de Educação aprova projeto que prorroga bolsas de pesquisa para pais estudantes

Publicados

em

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a pesquisadores e estudantes do ensino superior o direito de prorrogar o prazo de suas bolsas de estudo em caso de nascimento de filho. A proposta inclui explicitamente a paternidade biológica entre as situações que permitem o afastamento temporário mantendo o auxílio financeiro.

Pelo texto, bolsas de estudo com duração mínima de 12 meses poderão ter seus prazos estendidos por até 180 dias se houver comprovação de afastamento por nascimento, adoção ou obtenção de guarda judicial.

O projeto altera a Lei 13.536/17, que já permite a prorrogação dos prazos de vigência das bolsas de estudo, mencionando a maternidade, o parto e a adoção, mas não o nascimento de filho. A proposta revoga ainda trechos dessa lei que impedem que dois bolsistas usufruam do benefício simultaneamente pelo mesmo evento de adoção ou guarda.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Professor Alcides (PSDB-GO), para o Projeto de Lei 4311/25, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

Leia Também:  Kajuru destaca legitimidade das urnas eletrônicas em ano de eleição

Professor Alcides afirmou que a proposta incentiva a “participação dos pais no cuidado dos filhos desde o nascimento ou adoção”. “Caso ambos os pais sejam bolsistas, o direito assegurado aos dois favorece a conclusão de estudos e pesquisas da mãe, que ficaria menos sobrecarregada nos cuidados com o filho”, destacou ainda.

Mudança no prazo
O projeto inicial de Tabata propunha um afastamento padrão de 60 dias para os pais, que só seria ampliado para 180 dias em situações específicas, como falecimento da mãe ou adoção monoparental pelo pai. O novo texto passou a prever prazo de até 180 dias para todos os casos, alinhando a norma com legislações recentes sobre o tema.

Outra mudança foi a retirada de dispositivos que tratavam da prorrogação de prazos para a conclusão de cursos e atividades acadêmicas. Professor Alcides explicou que essa necessidade já é suprida pela legislação vigente, que garante um prazo mínimo de 180 dias para estudantes de ambos os sexos concluírem seus cursos em virtude de nascimento ou adoção.

Leia Também:  Câmara dos Deputados pode votar projeto que quebra a patente de canetas emagrecedoras

Por isso, o novo texto altera especificamente as regras de vigência das bolsas de estudo concedidas por agências de fomento.

Próximos passos
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda passará pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA