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FMC lança Sofero® Fall e inaugura nova era no combate à lagarta-do-cartucho do milho
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Inovação no controle da Spodoptera frugiperda
A FMC, multinacional especializada em ciências agrícolas, anunciou o lançamento do feromônio Sofero® Fall no mercado brasileiro de grandes culturas. A nova tecnologia biológica representa um marco no manejo da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) no cultivo de milho.
Desenvolvido para atender às condições específicas do Brasil, o Sofero® Fall atua diretamente na reprodução da praga. Em vez de combater apenas as larvas já presentes nas lavouras, o produto interrompe o ciclo reprodutivo da lagarta, reduzindo significativamente a formação de novas gerações e protegendo as culturas em seus estágios mais críticos de desenvolvimento.
“Estamos diante de um grande avanço na proteção do milho no Brasil. O Sofero® Fall é mais do que uma inovação biológica; é uma estratégia que antecipa ameaças, preserva o potencial produtivo e aumenta a eficácia das práticas agrícolas existentes”, afirma Alexandre Frateschi, diretor de Fitossanidade da FMC para a América Latina.
Sustentabilidade e produtividade integradas
O Sofero® Fall vai além do controle de pragas: ele incorpora uma nova visão para a agricultura, que une produtividade e responsabilidade ambiental, favorecendo uma abordagem preventiva e sustentável para o manejo das lavouras.
Um aliado invisível para o produtor
Compatível com estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP) e tecnologias agrícolas já utilizadas, o Sofero® Fall pode ser combinado a soluções químicas e biológicas, potencializando a proteção do milho. O produto também é compatível com aplicações terrestres e aéreas, sendo recomendado para áreas a partir de 10 hectares.
A tecnologia é especialmente eficaz nos estágios iniciais do crescimento do milho, quando a Spodoptera frugiperda representa uma ameaça mais severa. Entre os principais benefícios destacam-se a redução da perda de produtividade, o controle ativo da população da praga, a fácil integração às práticas agrícolas vigentes e o suporte à eficácia contínua de inseticidas e características biotecnológicas incorporadas às plantas.
“Na prática, o Sofero® Fall oferece ao agricultor uma nova ferramenta de manejo e entrega mais do que resultados no campo. Proporciona flexibilidade, confiança, tranquilidade e a segurança de estar um passo à frente de uma das pragas mais devastadoras para o milho”, conclui Frateschi.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Consumo de diesel no Brasil deve bater recorde em 2026 com 70,8 milhões de m³, impulsionado pelo agronegócio
Demanda por diesel deve atingir novo recorde histórico em 2026
O consumo de diesel no Brasil deve alcançar um novo patamar histórico em 2026, refletindo o dinamismo do agronegócio, da indústria e da logística. Segundo relatório da StoneX, a demanda por diesel B está projetada em 70,8 milhões de metros cúbicos, crescimento de 1,9% na comparação anual.
O avanço é sustentado principalmente pelo ritmo da colheita agrícola, aumento das exportações e intensificação do transporte rodoviário de cargas.
“A recuperação do consumo está diretamente ligada à dinâmica econômica do país, especialmente ao agro e à logística”, destaca o especialista de Inteligência de Mercado, Bruno Cordeiro.
Início de ano mais fraco, mas tendência é de recuperação
Apesar da projeção positiva, o início de 2026 apresentou desempenho mais moderado. As vendas de diesel registraram queda de 1,7% no primeiro bimestre, impactadas por fatores pontuais:
- Atraso na colheita da soja
- Antecipação de compras no fim de 2025
- Ajustes tributários, como aumento do ICMS
No entanto, indicadores recentes já sinalizam retomada. Em março, o fluxo de veículos pesados em rodovias pedagiadas cresceu 7,5%, refletindo o aquecimento do transporte de cargas no país.
Regiões Sul e Sudeste lideram crescimento da demanda
No recorte regional, o relatório aponta que as regiões Sudeste e Sul devem concentrar a maior expansão do consumo de diesel, impulsionadas por:
- Recuperação da produção agrícola
- Desempenho da atividade industrial
- Intensificação do fluxo logístico rumo aos portos
Já o Centro-Oeste deve apresentar crescimento mais moderado, influenciado pela expectativa de menor produção de grãos, embora haja avanço no transporte de etanol de milho.
Produção nacional cresce e reduz necessidade de importações
Do lado da oferta, a produção nacional de diesel A ganhou força no primeiro trimestre, com alta de 4,5%, impulsionada principalmente em março.
Esse movimento reflete esforços das refinarias para ampliar a oferta interna diante das incertezas globais no mercado de energia.
Com isso, a expectativa é de redução nas importações, que devem somar 17,2 milhões de m³ em 2026, queda de 0,6% na comparação anual.
Biodiesel avança acima do diesel e reforça papel estratégico
No segmento de biocombustíveis, o crescimento será ainda mais expressivo. A demanda por biodiesel deve avançar 7,2%, atingindo 10,4 milhões de m³ em 2026.
O desempenho é impulsionado por:
- Aumento da mistura obrigatória para B15
- Crescimento da demanda por diesel
- Busca por alternativas para reduzir dependência externa
“O crescimento do biodiesel reflete tanto o aumento da mistura quanto o dinamismo da demanda por diesel no país”, explica a analista Isabela Garcia.
Óleo de soja segue como principal matéria-prima
O relatório aponta que o óleo de soja continuará como principal insumo para a produção de biodiesel, com participação estimada em 84,7%.
O avanço é favorecido pela ampla oferta interna e pela expectativa de esmagamento recorde de soja no país.
Em um cenário alternativo com adoção da mistura B16, a demanda por biodiesel pode chegar a 10,76 milhões de m³.
Cenário internacional ainda traz incertezas
Mesmo com o ambiente externo marcado por volatilidade — incluindo tensões geopolíticas no Oriente Médio e seus impactos sobre os preços de energia —, a avaliação é de que a demanda por diesel no Brasil deve se manter resiliente.
Isso porque o consumo do combustível está diretamente ligado à atividade econômica, especialmente:
- Transporte de cargas
- Produção agroindustrial
- Cadeias logísticas
Por outro lado, um cenário de deterioração econômica global pode impactar negativamente o consumo no curto prazo.
A expectativa de recorde no consumo de diesel em 2026 reforça o papel central do agronegócio e da logística na demanda por energia no Brasil, enquanto o avanço do biodiesel consolida a transição para uma matriz mais diversificada e estratégica no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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