CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Com participação de vários ministérios, feira na Esplanada oferece vacinação, mostra cultural e gastronômica, além de vários serviços

Publicados

BRASIL

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, visitou nesta terça-feira (6) a Feira do Trabalhador, realizada na área externa do Ministério do Trabalho e Emprego em Brasília. Ela iniciou o percurso pela exposição sobre a trajetória do Trabalho e Emprego no Brasil, sendo recebida pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quando foi vacinada pelo próprio ministro contra a influenza.

“Vocês sabem que eu fiz 60 anos? Não parece? Estou jovenzinha, mas fiz uma série de exames indicados para essa faixa de idade”, brincou Macaé, em conversa com jornalistas. Em tom mais sério, fez um apelo: “Confiram o cartão de vacina. Tem que ver se tomou a Pneumo 23, a tríplice bacteriana – que protege contra tétano, difteria e coqueluche –, a tríplice viral – contra hepatite, febre amarela -, e não esquecer da vacina contra a Covid-19 também”, frisou.

Padilha reforçou a importância das doses de reforço para os grupos prioritários. “Todas as pessoas com mais de 60 anos devem tomar o reforço da vacina contra a Covid-19 duas vezes por ano. E a vacina da influenza é fundamental, especialmente com a chegada do inverno”, destacou. Ele ressaltou ainda a parceria entre ministérios: “Graças ao ministro Luiz Marinho, o Ministério do Trabalho e Emprego abriu este espaço de vacinação em parceria com a Secretaria de Saúde. Estão disponíveis vacinas contra influenza, tétano, hepatite, entre outras.”

Leia Também:  Gastos de turistas estrangeiros no Brasil crescem 9,5% e atingem R$ 20,2 bilhões em 2026

Integração interministerial – A ministra destacou a importância da atuação conjunta entre as pastas. “Essa comunhão entre ministérios é essencial para promover o cuidado com a população trabalhadora e com os direitos humanos”, ressaltou Macaé Evaristo.
Padilha fez coro com a ministra, afirmando que “vacinar é um gesto de proteção individual e coletiva. Estamos aqui para incentivar esse cuidado com a vida” completou.

Mais cedo, o ministro Luiz Marinho visitou o posto móvel do Hemocentro de Brasília, também instalado no local. “É um gesto simples que pode salvar vidas. Precisamos fortalecer a cultura da doação de sangue entre os trabalhadores e a população em geral”, afirmou o ministro. Ao ouvir da equipe do Hemocentro sobre a baixa nos estoques, reforçou: “É seguro, não faz falta a quem doa, mas faz toda a diferença para quem precisa.”

Economia solidária e cultura popular – A Feira do Trabalhador abriga também uma mostra de produtos da economia solidária e exposições culturais. “Tem provolone, goiabada mineira, cachaça artesanal…”, contou uma expositora. Outro participante relatou: “Ontem o almoço foi aqui mesmo: baião de dois, galinhada, carreteiro. A ministra Margareth almoçou conosco. A comida de barraca está deliciosa!”, avaliou.

Leia Também:  MEC lança programa de educação financeira

A programação segue até sexta-feira (09), com vacinação disponível até às 17h. “Até sexta, a população pode se vacinar e conhecer um pouco mais da história do Ministério do Trabalho”, convidou uma das organizadoras. “Descobrimos a cadeira utilizada pelo ministro do Trabalho, João Goulart, e montamos aqui o gabinete original. Há também uma sala sobre Indústria 4.0, com experiências interativas e tecnologias de ponta”, explicou.

Mesmo com o fim oficial da Feira, a mobilização continua no sábado (10) com o Dia D da vacinação contra a influenza. “É véspera do Dia das Mães. Leva a mãe, leva a avó, leva a gestante, leva o neto. De seis meses a cinco anos, todo mundo deve se proteger”, reforçam os organizadores.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

Publicados

em

O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

Leia Também:  MEC lança programa de educação financeira

Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

Leia Também:  Comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento é alvo de operação em 12 estados brasileiros

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA