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Aquishow Brasil 2025 será realizada em Uberlândia e projeta movimentar mais de R$ 100 milhões

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A Aquishow Brasil 2025, o maior evento do setor aquícola no Brasil, acontecerá entre os dias 27 e 29 de maio de 2025, em Uberlândia (MG). Em sua primeira edição fora do Estado de São Paulo, o evento inaugura um modelo itinerante e visa fomentar o crescimento da aquicultura em Minas Gerais, estado que se destaca na produção de tilápia.

Expectativa de público e negócios supera edição anterior

A expectativa da organização é de receber 6.000 visitantes, vindos de todas as regiões do Brasil e de outros países. Em 2024, o evento contou com participantes de 17 países, com forte presença da América Latina. Na edição de 2024, foram movimentados R$ 100 milhões, e a meta para 2025 é crescer 15% em relação a esse valor.

Aquishow Brasil: referência no setor desde 2009

Realizada pela Peixe SP – Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União, a Aquishow Brasil tem sido um evento de grande relevância para o setor aquícola desde 2009. O evento reúne os principais elos da cadeia produtiva da aquicultura brasileira, que cresce sustentavelmente nas esferas social, ambiental e econômica. O setor movimenta cerca de R$ 9 bilhões por ano e emprega aproximadamente 4 milhões de pessoas, além de proporcionar diversificação e melhoria das condições de vida no campo.

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Minas Gerais como polo estratégico da aquicultura

“Aquicultura é um setor em pleno crescimento no Brasil, e com a evolução da estruturação do mercado, vimos a necessidade de levar a Aquishow 2025 para Minas Gerais, estado que possui um dos maiores contingentes de produção de tilápia do país”, afirma Marilsa Patrício, diretora executiva da Peixe SP.

Tecnologia, negócios e conhecimento

Com o slogan “Inovando e Crescendo com a Aquicultura”, a Aquishow Brasil reunirá, em um só local, as mais modernas tecnologias em genética, insumos, equipamentos e produtos para a atividade aquícola. O evento promoverá, ainda, palestras, painéis e debates técnicos, criando um espaço para a realização de negócios, trocas de conhecimento e o aperfeiçoamento das práticas de produção.

Atividades paralelas valorizam inovação e conhecimento

Entre os destaques do evento estão o torneio Tarrafeador de Ouro, o jogo de perguntas e respostas AquaQuiz, e prêmios como o Prêmio Inovação Aquícola e o Prêmio Personalidades Brasileiras da Aquicultura, que em 2025 serão entregues a Aline Brun e Geraldo Bernardino.

Diversificação da aquicultura no evento

Além da tilapicultura, a Aquishow Brasil 2025 também dará destaque a outras cadeias da aquicultura, como o aquarismo ornamental, ranicultura (criação de rãs), algicultura, malacocultura (moluscos), jacaricultura e aquaponia, com a participação de associações e cooperativas especializadas.

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Parceria estratégica com a Peixe MG

A Peixe SP firmou parceria com a Peixe MG – Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais – para fortalecer ainda mais a presença do evento e ampliar as oportunidades de negócios, desenvolvimento e inovação no setor.

Mais informações sobre o evento
  • Site oficial: www.aquishowbrasil.com.br
  • E-mail: [email protected]
  • Telefones: (17) 98137-8657 | (17) 99616-6638

A Aquishow Brasil 2025 promete ser um marco na história da aquicultura nacional, reunindo inovação, tecnologia e conhecimento em um ambiente propício para o desenvolvimento e crescimento do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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