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Ministério da Pesca e Aquicultura marca presença na Seafood Expo Global na Espanha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura, representado pelo ministro André de Paula, esteve na última semana, de 6 a 8 de maio, na Seafood Expo Global 2025, em Barcelona – a mais importante feira de pescado no mundo. O ministro e sua equipe técnica participaram de diversas agendas durante o evento, no pavilhão do Brasil, organizado pela ApexBrasil. Milhares de pessoas, entre profissionais técnicos, representantes do governo, associações e empresários do mundo inteiro, passaram pelo evento e puderam fazer negócios, obter mais conhecimento e compartilhar experiências.

Além da programação do evento, o ministro participou de reuniões com a secretária-geral da Pesca da Espanha, María Isabel Artime García; com o ministro da Alimentação, Agricultura e Pesca do Reino Unido, Daniel Zeichner; e com a ministra da Pesca e Política Oceânica da Noruega, Marianne Sivertsen Næs. E ainda se reuniu com o embaixador Pedro Henrique Lopes Boris, cônsul geral do Brasil em Barcelona. “Esses encontros fazem parte da estratégia brasileira de estreitar relações para ampliar a abertura de mercado do pescado para a Europa”, afirmou o ministro.

Além das reuniões bilaterais, a equipe do MPA participou de reuniões com as Associações da Câmara de Comércio Brasil-Catalunha, representadas pelo presidente, Josep Rivera. “Essa entidade é responsável por fortalecer a presença de empresas catalãs no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que facilita o acesso de empresas brasileiras interessadas em atuar na Catalunha”, explicou Eduardo Sfoglia, assessor Internacional do MPA.

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O outro encontro foi com secretário-geral da Anfaco-Cecopesca, Roberto Alonso. A entidade, com 121 anos de existência atua para dinamizar a indústria mar-alimentar e representa seus interesses perante administrações públicas, organizações multilaterais e diversas instituições nacionais, europeias e internacionais.

O evento também foi uma oportunidade para divulgar o consumo internacional das nossas espécies, com destaque para o tambaqui, ícone da Amazônia. “Quando participamos de eventos para apresentar o mercado brasileiro, não estamos apenas vendendo peixe. Estamos oferecendo um alimento de alta qualidade, que promove saúde e bem-estar. Mais do que um produto, compartilhamos um estilo de vida, incentivamos a nutrição e até mesmo uma forma natural de cuidar da saúde”, reforçou o Secretário Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Expedito Neto.

Para o diretor do Departamento da Indústria do Pescado, José Luiz Vargas, que também estava na delegação MPA, a feira é onde o mundo todo do pescado se reúne. “É uma oportunidade também para demonstrar os produtos e o potencial brasileiro a todos. Estabelecemos ótimos contatos além de conhecermos tendências de mercado e novos equipamentos”, afirmou.

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Ficou muito claro o quanto o mundo deseja o produto brasileiro. As reuniões bilaterais sinalizaram que estamos no caminho certo para ampliar e consolidar o mercado internacional para o nosso pescado . Além da evidente oportunidade de estreitar relações comerciais, as reuniões com autoridades internacionais indicaram a importância no fortalecimento da cooperação entre os países. Ao trabalhar em parceria, podemos evoluir na gestão pesqueira e aquícola, assim como no desenvolvimento de tecnologias para o cultivo, pesca e processamento de pescados”, reforçou o Assessor Especial do ministro, Carlos Mello.

Seafood Expo Global – O evento contou com a participação de 2.187 expositores, milhares de visitantes de 87 países, destacando uma ampla gama de produtos e serviços: pescados frescos e congelados, itens processados, produtos com valor agregado, soluções logísticas, equipamentos de processamento e embalagens.

A feira é reconhecida por atrair milhares de compradores internacionais de regiões como Américas, Ásia, Oriente Médio e Europa do setor de pescado, onde empresas da indústria alimentar exibem seus produtos, serviços e tecnologias.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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