BRASIL
MEC participa de Semana Nacional de Educação Financeira
BRASIL
O Ministério da Educação (MEC) sediará, na segunda-feira, 12 de maio, às 10h, a cerimônia de abertura da 12ª edição da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), realizada entre 12 e 18 de maio. Organizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) do Ministério da Fazenda, que preside o Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), a iniciativa reúne instituições públicas, privadas e comunidade escolar para compartilhar conteúdos, estimular bons comportamentos e construir, desde cedo, o conhecimento necessário para que todos os brasileiros tomem decisões financeiras informadas.
O tema central deste ano será “Educação financeira para crianças e jovens: preparando a sociedade para escolhas conscientes”. Também realizado na sede do MEC, às 14h, um painel discutirá educação financeira, vulnerabilidade socioeconômica e seguros inclusivos.
A pasta promoverá e participará de atividades ao longo da programação. Na terça-feira, 13 de maio, a Coordenação-Geral de Estratégia da Educação Básica participará do webinário “Construindo Futuros: uma Mobilização pela Educação Financeira no Brasil”. Além disso, a área realizará mobilização com os coordenadores da política de educação financeira do MEC, que, por sua vez, executarão atividades e eventos em seus territórios, envolvendo gestores, docentes e estudantes.
ENEF – Realizada anualmente desde 2014, a Semana ENEF dialoga com a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), instituída pelo Decreto Nº 10.393/2020, e com a política de educação financeira do MEC. O encontro reúne diversas iniciativas gratuitas em todo o Brasil, com foco em preparar crianças, adolescentes e jovens para uma vida financeira mais consciente.
O MEC é um dos órgãos e entidades que integram o FBEF, juntamente com o Banco Central do Brasil; a Comissão de Valores Mobiliários; a Superintendência de Seguros Privados; a Secretaria do Tesouro Nacional da Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia; a Secretaria de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia; a Superintendência Nacional de Previdência Complementar; e a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



