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Caio Souza conquista quatro medalhas no Troféu Brasil de ginástica artística em Brasília e é o grande campeão

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O Troféu Brasil de Ginástica Artística 2025 terminou neste domingo (11) na Arena BRB Nilson Nelson, em Brasília. A competição nacional consagrou Caio Souza como o grande vencedor, com três ouros e uma prata em quatro finais disputadas. No feminino, quatro mulheres foram campeãs: Ana Luiza Lima (barras assimétricas), Luiza Abel e Hellen Silva (solo) e Maria Eduarda Pinto (trave).

A secretária nacional de Excelência Esportiva, Iziane Marques, participou da cerimônia de premiação do evento. Ela falou ainda sobre os anos de parceria consolidada entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Ginástica.

“O MEsp, ao longo dos anos, apoia a ginástica no Brasil e em eventos internacionais. Hoje, temos ainda toda a preparação da ginástica rítmica, feita e financiada também pelo ministério. Esses resultados vêm sendo construídos, e neste ano vamos sediar um campeonato mundial no Brasil. Esse aporte é custeado pela pasta, para auxiliar essas meninas no centro de treinamento em Aracaju, para que elas cheguem à competição e consigam lutar por uma medalha de ouro”, acentuou.

Caio Souza venceu nas argolas com grande vantagem para Juliano Oliva, o segundo colocado, e Felipe Bono, o terceiro. A segunda vitória de Caio foi nas barras paralelas, superando Johnny Yoshiro e Leonardo Souza. O grande campeão do Trófeu Brasil é integrante da categoria Pódio do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte.

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A terceira vitória foi na barra fixa, última prova do dia, e Caio dominou toda a disputa, e venceu com a maior nota do dia em toda a competição. Patrick Correa ficou em segundo e Rogério Borges completou o pódio.

No cavalo com alças, Johnny Oshiro foi o único que conseguiu superar Caio na competição, vencendo a prova. Pedro Silvestre completou o pódio, em terceiro.

No solo, Patrick Correa levou o ouro na prova. Lucas Bittencourt ficou com a prata e Tomas Florêncio foi o terceiro. No salto, Tomas Florencio também se destacou, vencendo a disputa. Patrick Correa e João Matheus Silva completaram o pódio.

Feminino

Nas barras assimétricas, Ana Luíza Lima confirmou o favoritismo e venceu a prova, o primeiro título após 10 meses parada por conta de uma lesão no tendão de Aquiles. Luiza Abel foi prata e Thaís Fidelis, que também voltou a competir depois de dois anos, ficou com o bronze.

No salto, Luiza Abel conquistou a sua segunda medalha no Troféu Brasil, ficando com o ouro e Clara Stecca com a prata. Rebeca Procópio completou o pódio.

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Na trave, Maria Eduarda Pinto venceu Gabriela Barbosa, segunda colocada. Ana Luiza Lima fechou o pódio.

Hellen Silva brilhou no solo, e venceu a disputa. Penalizada, Julia Coutinho caiu para a terceira colocação, e Sophia Weisberg ficou em segundo.

Modalidade em constante ascensão

A evolução da ginástica no país ocorre em razão das políticas públicas implementadas pelo Governo Federal que, por meio do Bolsa Atleta, beneficiou 61 medalhistas que participaram das Olimpíadas de Paris 2024. Mais uma política que vem fazendo a diferença é a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), que em 2024 movimentou mais de R$ 1 bilhão, valores que vêm favorecendo o crescimento da modalidade e de outros esportes.

Confira no Flickr do Ministério do Esporte mais imagens do Troféu Brasil. 

Troféu Brasil de Ginástica Artística. 11/05/2025 

Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte

Fonte: Ministério do Esporte

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Após lesão na coxa, Lucas Paquetá se apega à fé por recuperação no Mundial

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O meio-campista Lucas Paquetá utilizou suas redes sociais nesta terça-feira para compartilhar uma mensagem de resiliência após a confirmação de uma lesão muscular na posterior da coxa esquerda. O problema físico ocorreu durante a vitória da Seleção Brasileira sobre o Japão, na última segunda-feira, em Houston. Através do Instagram, o jogador publicou passagens bíblicas focadas em superação e perseverança, reafirmando sua confiança no processo de recuperação com a frase “Fé… eu já vivi disso antes”.

A lesão aconteceu nos minutos iniciais do confronto contra os japoneses, válido pela segunda fase da Copa do Mundo. Apesar do desconforto, Paquetá tentou permanecer na partida, mas a gravidade do problema ficou evidente no intervalo, quando ele precisou de auxílio dos companheiros para chegar ao vestiário, sendo substituído por Endrick logo em seguida. Exames realizados posteriormente confirmaram a gravidade da contusão, que o retira dos gramados em um momento crucial da competição.

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A perda de Paquetá é um golpe estratégico significativo para o técnico Carlo Ancelotti. O meia havia se tornado peça fundamental no esquema tático, sendo titular em todos os quatro compromissos do Brasil até aqui no Mundial. Com a ausência também de Raphinha, a comissão técnica precisará buscar alternativas para manter o equilíbrio e a criatividade do setor central da equipe para os próximos desafios.

O Brasil agora volta suas atenções para o duelo contra a Noruega, agendado para o próximo domingo, dia 5 de julho. A partida será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, com início previsto para as 17 horas (de Brasília). Sem um de seus principais articuladores, a Seleção buscará a vitória para seguir firme em sua trajetória rumo ao título mundial.

Fonte: Esportes

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