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Ministério da Pesca e Aquicultura é premiado com Selo Ouro Fiesp de Qualidade Regulatória

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) será premiado na categoria ouro com o Selo Fiesp de Qualidade Regulatória para órgãos reguladores com impacto na indústria brasileira. A iniciativa reconhece uma cultura regulatória proativa, com foco na transparência, na eficiência dos processos, nas boas práticas e na qualidade das normas.

A avaliação considera critérios como o estoque regulatório, a agenda regulatória, análise de impacto, avaliação de resultados e a participação social.

A conquista do Selo Ouro de Qualidade Regulatória da Fiesp representa um marco relevante para o MPA. Este reconhecimento reforça a importância da adoção de boas práticas regulatórias como instrumento essencial para uma gestão eficiente e baseada em evidências. As normas construídas pelo ministério seguem o tripé da sustentabilidade — social, econômica e ambiental — refletindo o compromisso com o equilíbrio entre desenvolvimento produtivo, conservação dos recursos pesqueiros e inclusão dos diversos atores envolvidos nas cadeias produtivas da pesca e da aquicultura. Este selo é fruto de um esforço coletivo, que valoriza a escuta social, a transparência e a melhoria contínua dos processos”, destacou o secretário-executivo do MPA, Edipo Araujo.

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A cerimônia de entrega do selo acontecerá no dia 23 de junho, na sede da Fiesp, em São Paulo.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Gergelim: o novo trunfo do produtor mato-grossense para garantir o lucro

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Mato Grosso, tradicionalmente reconhecido pela hegemonia na produção de soja e milho, diversificou sua matriz produtiva e consolidou o gergelim como uma cultura estratégica para o desenvolvimento econômico estadual. Com uma participação de 73% na produção nacional, o estado deixou de ser um produtor de nicho para se tornar o principal fornecedor do mercado brasileiro, com reflexos diretos na balança comercial.

Dados comparativos entre as safras 2018/19 e a projeção para 2025/26 revelam a velocidade da expansão: a produção estadual cresceu 465%, enquanto a área cultivada avançou 588%. Esse movimento é resultado da adaptação da oleaginosa à janela da safrinha, período em que o gergelim demonstra maior resiliência a condições climáticas adversas em comparação a outras culturas, garantindo estabilidade produtiva.

A escala alcançada por Mato Grosso permitiu a conquista de mercados externos exigentes. Entre 2020 e 2025, o volume de exportações de gergelim teve alta de 600%. A demanda é sustentada principalmente pela China e pela Índia, países que utilizam o grão tanto para o consumo in natura quanto para a extração de óleo e processamento industrial.

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Para o produtor rural, a adoção do gergelim atua como um mecanismo de proteção de receita. A cultura oferece uma alternativa de fluxo de caixa que reduz a dependência exclusiva das oscilações de preços internacionais da soja e do milho, permitindo a manutenção da rentabilidade mesmo em ciclos de retração das commodities principais.

O próximo estágio do setor, segundo analistas, é a elevação do valor agregado. Embora o estado domine o volume exportado, o desafio atual é a industrialização. A transformação do grão em derivados, como óleo e farelos, dentro de Mato Grosso, é vista como o passo necessário para maximizar a captura de margens na cadeia produtiva e encerrar a dependência da exportação da matéria-prima bruta.

Fonte: Pensar Agro

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