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Deputado Valdir Barranco se licencia por 121 dias e Henrique Lopes assume mandato na ALMT

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A partir desta quarta-feira (14), o deputado estadual Valdir Barranco (PT) entra em licença de 121 dias da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em seu lugar, assume o suplente Henrique Lopes (PT), presidente da Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso (CUT-MT) e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep). Lopes retorna à Casa de Leis após quase cinco anos. Em 2020, ele já havia assumido o mandato de forma temporária, ao substituir o próprio Barranco, que se licenciou para disputar a eleição suplementar ao Senado.

A licença de Barranco faz parte de um rodízio acordado dentro da bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembleia. Ao longo de cinco meses, o mandato será ocupado, em ciclos de 30 dias, por suplentes do partido: Henrique Lopes, Professora Graciele, Professora Edna Sampaio, a indígena Eliene Xunakalo e Altir Peruzzo.

Henrique Lopes é o primeiro a ser contemplado pela medida nesta legislatura, que também conta com o deputado estadual Lúdio Cabral (PT). O objetivo do rodízio é ampliar a participação de lideranças do partido nos debates legislativos e na construção de políticas públicas para o povo mato-grossense.

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“É uma honra retornar à Assembleia Legislativa e, mais uma vez, representar os trabalhadores e trabalhadoras do nosso estado. Vamos seguir na defesa da educação pública, dos direitos sociais e da democracia. Esse rodízio demonstra o compromisso coletivo do PT com a pluralidade e a renovação política”, afirmou Henrique Lopes.

Valdir Barranco justificou sua saída temporária pelo envolvimento direto na organização do Processo de Eleições Diretas (PED) do PT, marcado para 6 de julho, quando deixará a presidência estadual do partido após oito anos no cargo. Ele também pretende aproveitar o período para cuidar da saúde e tratar de sequelas da covid-19, que o manteve hospitalizado por 81 dias em 2021.

“É um momento importante para o nosso partido, e quero estar totalmente dedicado e focado ao PED. Além disso, preciso cuidar da minha saúde com mais atenção e dedicação, que, devido à correria do dia a dia, não estava conseguindo. Fico tranquilo ao passar o mandato a companheiros e companheiras comprometidos com o nosso projeto coletivo”, finalizou Barranco.

Fonte: ALMT – MT

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Sinfra prevê concluir obras do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande até dezembro de 2026

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O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, e a equipe técnica da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informaram, nesta segunda-feira (13), durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que as obras do BRT no trecho entre a Avenida do CPA, em Cuiabá, e o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, devem ser concluídas até o fim de dezembro de 2026.

Durante a apresentação, os representantes detalharam as alterações no projeto das 77 estações, o cronograma de execução das obras, a futura implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, a aquisição de ônibus elétricos e as medidas adotadas pelo Governo do Estado após a rescisão do contrato com a primeira empresa responsável pela execução do empreendimento.

Antes de deixar a audiência pública, Marcelo Oliveira afirmou que a venda dos trens e o leilão dos materiais remanescentes do antigo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) devem gerar mais de R$ 1 bilhão em recursos para os cofres públicos. O secretário também rebateu críticas à execução das obras do novo sistema de transporte e destacou que a equipe precisou enfrentar desafios decorrentes do crescimento populacional e do aumento da frota de veículos entre 2012 e 2024.

Segundo Oliveira, a primeira empresa contratada para executar o projeto não conseguiu cumprir as obrigações previstas em contrato, o que levou o Governo do Estado a rescindir o acordo, aplicar penalidades e reformular o modelo de execução das obras. Ele acrescentou que, durante a execução dos trabalhos em Várzea Grande, a gestão municipal da época também impôs dificuldades que, segundo ele, comprometeram o andamento do empreendimento.

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Sobre a implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, o secretário-adjunto de Obras da Sinfra, Isac Nascimento, informou que a licitação ainda não foi lançada e, por isso, não há recursos empenhados para a execução da obra. Segundo ele, os trabalhos nesse trecho devem começar apenas no próximo ano. Nascimento também confirmou que o processo de aquisição dos ônibus elétricos segue em tramitação interna na Sinfra.

O trecho do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande terá 15 quilômetros de extensão, enquanto o corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa contará com aproximadamente sete quilômetros. Isac Nascimento afirmou ainda que o projeto das 77 estações passou por uma reformulação para oferecer mais qualidade, segurança e durabilidade aos usuários. No trecho entre Cuiabá e Várzea Grande, serão utilizados 25 ônibus elétricos para atender a população.

Questionado sobre o processo licitatório para a continuidade das obras, Nascimento explicou que o Estado identificou a necessidade de aprimorar o projeto original, substituindo itens inicialmente previstos, como o sistema convencional de ar-condicionado, que será trocado por equipamentos industriais. O novo projeto também prevê a instalação de vidros antivandalismo e outras melhorias estruturais nas estações.

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O secretário-adjunto informou que o cronograma inicial do Lote 1 das obras do BRT, correspondente ao primeiro corredor estrutural de transporte coletivo entre o Terminal de Várzea Grande e o Terminal do CPA, em Cuiabá, previa a conclusão dos serviços em seis meses, com a abertura simultânea de sete frentes de trabalho no trecho entre o Viaduto da Sefaz e a Ponte Júlio Müller.

No entanto, segundo ele, a estratégia precisou ser revista após a abertura da primeira frente de obras, quando os impactos no trânsito provocaram reclamações da população e repercussão na imprensa. De acordo com Nascimento, caso todas as frentes fossem abertas ao mesmo tempo, conforme o planejamento inicial, haveria risco de colapso na mobilidade urbana de Cuiabá, o que exigiu a revisão do cronograma de execução.

“A execução da obra passou a ser conduzida de forma gradual, em alinhamento permanente com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), responsável pela gestão do trânsito na capital. As intervenções são planejadas em conjunto para definir quais trechos podem ser interditados, considerando também outras obras em andamento na cidade, como as executadas pela concessionária de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, explicou o secretário-adjunto da Sinfra.

Fonte: ALMT – MT

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