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Netafim supera expectativas na Agrishow 2025 e consolida liderança na irrigação de culturas estratégicas no Brasil

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Com um desempenho 35% superior ao registrado em 2024, a empresa demonstrou sua força no mercado ao reforçar o papel da irrigação de precisão como aliada indispensável da produção agrícola, especialmente em tempos de instabilidade climática. A seguir, veja os destaques da participação da companhia na maior feira agropecuária do Brasil.

Desempenho expressivo reforça protagonismo no setor

A presença da Netafim na Agrishow 2025 foi marcada por um crescimento de 35% em relação ao ano anterior, superando todas as metas estabelecidas. A performance reflete o compromisso da empresa com a inovação e a sustentabilidade no campo, especialmente por meio da irrigação de precisão, que entrega água diretamente à raiz da planta, na medida e no momento ideais. Isso resulta em maior produtividade e estabilidade nas safras, reduzindo a dependência das chuvas e os impactos de estiagens prolongadas.

Irrigação ganha protagonismo frente à instabilidade climática

A intensa movimentação no estande da empresa durante a feira evidenciou que a irrigação tem se tornado cada vez mais essencial para o sucesso das lavouras. Com as mudanças climáticas tornando o clima mais imprevisível, produtores de todos os portes veem na irrigação uma solução estratégica para garantir previsibilidade e eficiência produtiva.

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Visitas de autoridades e lideranças do setor

Durante o evento, a Netafim recebeu autoridades como o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, acompanhado de José Velloso, presidente da ABIMAQ, e João Carlos Marchesan, do Conselho da ABIMAQ/SINDIMAQ. A comitiva foi recebida por Ricardo Almeida, CEO da Netafim Brasil e Mercosul, Ricardo Medina, vice-presidente da Netafim para América Latina, e pela equipe técnica da empresa.

Tecnologia acessível para todos os perfis de produtores

De acordo com Ricardo Almeida, a edição 2025 da Agrishow foi histórica. “Superamos todas as expectativas e mostramos que a irrigação está no centro da pauta do agro. Nossa tecnologia atende do pequeno ao grande produtor, independentemente da cultura”, afirmou. Ele também destacou o potencial do Brasil para expandir em mais de 20 milhões de hectares as áreas irrigadas nos próximos 20 anos, reforçando a importância da irrigação de precisão diante da escassez hídrica e da crescente demanda por alimentos de qualidade.

Versatilidade de aplicações e destaque para o cacau

A diversidade de culturas atendidas pelas soluções da Netafim também foi destaque. Entre elas estão cana-de-açúcar, café, milho, fruticultura, grãos e, especialmente, o cacau — que vem ganhando protagonismo em regiões brasileiras com potencial de liderança global na produção. “A irrigação por gotejamento tem sido um divisor de águas na retomada produtiva do cacau, elevando a qualidade e a regularidade das safras”, explicou Michele Silva, diretora de Marketing da Netafim.

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Integração global a favor da agricultura brasileira

Outro diferencial da Netafim é sua presença global, que permite o intercâmbio constante de tecnologias adaptadas a diferentes realidades, como a de Israel, país referência em produção agrícola sob condições de escassez hídrica. “Na Agrishow, reforçamos como essa rede internacional fortalece a agricultura brasileira ao trazer soluções inovadoras e adaptadas ao nosso contexto”, destacou Michele.

Compromisso com o futuro e democratização da tecnologia

A participação na feira marcou também o início das comemorações pelos 60 anos da Netafim no mundo e 30 anos de atuação no Brasil. A empresa reiterou seu compromisso em democratizar o acesso à irrigação, promovendo a inclusão tecnológica desde a agricultura familiar até grandes empreendimentos. Novas parcerias e soluções devem ser anunciadas ao longo do ano, reforçando o papel da Netafim como protagonista da agricultura irrigada no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Alta do petróleo e avanço dos biocombustíveis elevam preços internacionais dos alimentos

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A nova alta dos preços internacionais dos alimentos acendeu um alerta, e também abriu oportunidades, para o agronegócio brasileiro. Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostra que os alimentos voltaram a subir em abril, puxados principalmente pelos óleos vegetais, em um movimento diretamente ligado à tensão no Oriente Médio, ao petróleo mais caro e ao avanço global dos biocombustíveis.

O Índice de Preços de Alimentos da FAO subiu 1,6% em abril e atingiu o maior nível desde fevereiro de 2023. Para o produtor brasileiro, porém, o dado mais importante está no comportamento do óleo de soja e das commodities ligadas à energia.

Com o aumento das tensões envolvendo o Irã e os riscos sobre o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, o mercado internacional passou a precificar possível alta nos combustíveis fósseis. Na prática, petróleo mais caro torna o biodiesel mais competitivo e aumenta a demanda por matérias-primas agrícolas usadas na produção de energia renovável.

É justamente aí que o Brasil ganha relevância. Maior produtor e exportador mundial de soja, o país também ampliou nos últimos anos sua indústria de biodiesel. Com a mistura obrigatória de biodiesel no diesel em níveis mais elevados, cresce a demanda interna por óleo de soja, fortalecendo toda a cadeia produtiva.

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O efeito tende a chegar dentro da porteira. Preços internacionais mais firmes para óleo vegetal ajudam a sustentar as cotações da soja, melhoram margens da indústria e podem aumentar a demanda pelo grão brasileiro nos próximos meses.

Além disso, o cenário fortalece a estratégia de agregação de valor do agro nacional. Em vez de depender apenas da exportação do grão bruto, o Brasil amplia espaço na produção de farelo, óleo e biocombustíveis, segmentos mais ligados à industrialização e geração de renda.

Os cereais também registraram leve alta internacional em abril. Segundo a FAO, preocupações climáticas e custos elevados de fertilizantes continuam influenciando o mercado global de trigo e milho.

Mesmo assim, os estoques mundiais seguem relativamente confortáveis, reduzindo o risco de uma disparada mais intensa nos preços dos grãos neste momento. Outro ponto que interessa diretamente ao produtor brasileiro está na carne bovina. O índice internacional das proteínas animais bateu recorde em abril, impulsionado principalmente pela menor oferta de bovinos prontos para abate no Brasil.

Isso ajuda a sustentar os preços internacionais da proteína brasileira e reforça a competitividade do país em um momento de demanda firme no mercado externo. Na direção oposta, o açúcar caiu quase 5% no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta global, especialmente por causa da perspectiva de produção elevada no Brasil.

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A FAO também revisou para cima sua projeção para a safra mundial de cereais em 2025, estimada agora em 3,04 bilhões de toneladas — novo recorde histórico. O cenário mostra que o mercado global de alimentos continua abastecido, mas cada vez mais conectado ao comportamento da energia, da geopolítica e dos biocombustíveis. Para o agro brasileiro, isso significa que petróleo, conflitos internacionais e política energética passaram a influenciar diretamente o preço da soja, do milho, da carne e até a rentabilidade dentro da fazenda.

Fonte: Pensar Agro

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