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VLI prorroga prazo de inscrições para Programa de Estágio 2025 com mais de 100 vagas

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A VLI, empresa de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, prorrogou até o dia 22 de maio o prazo para inscrições no seu Programa de Estágio 2025. Estudantes de cursos superiores e técnicos de todo o país podem se candidatar pelo site oficial: vli-logistica.com.br/estagio-2025. Ao todo, são mais de 100 vagas disponíveis para atuação em diversas regiões onde a companhia opera.

Processo seletivo totalmente digital

O processo de seleção será 100% online e inclui etapas como trilha on-line, dinâmica digital e entrevistas. A divulgação dos aprovados está prevista para julho. Os selecionados começarão o estágio em agosto, atuando em unidades da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), trecho norte da Ferrovia Norte Sul (FNS), além de terminais portuários e intermodais em pontos estratégicos do Brasil.

Benefícios oferecidos aos estagiários

Os estagiários terão direito a diversos benefícios, como:

  • Vale-refeição (nas unidades sem refeitório)
  • Vale-transporte e/ou ônibus fretado (dependendo da localização)
  • Assistência médica e odontológica
  • Acesso ao Wellhub (plataforma de academias para saúde e bem-estar)
  • Cesta de Natal
  • Seguro de vida
  • Programa Bem Cuidar Saúde Mental
  • Kit maternidade
  • Rede de descontos em lojas, restaurantes e salões
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Requisitos para candidatos de ensino superior

Estudantes de bacharelado ou licenciatura devem estar nos dois últimos anos do curso e ter disponibilidade para estagiar por pelo menos um ano e no máximo dois anos. A jornada será de seis horas diárias. As vagas para ensino superior abrangem os estados da Bahia, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Requisitos para candidatos de ensino técnico

Alunos do terceiro ano do ensino médio técnico, maiores de 18 anos, podem se candidatar. A carga horária varia entre quatro e seis horas diárias, dependendo do curso, e o estágio será presencial na localidade selecionada. As vagas técnicas são para Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins.

Compromisso com a diversidade e segurança

A VLI valoriza a diversidade e estimula a participação de mulheres, pessoas negras e pessoas com deficiência (PCDs) em todos os seus processos seletivos. A empresa destaca ainda a prioridade à segurança no ambiente de trabalho, sempre com foco no cliente e na entrega de resultados de excelência.

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Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pecuária pantaneira avança com tecnologia reprodutiva e acelera melhoramento genético no Pantanal

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A pecuária de Pantanal vem passando por uma transformação gradual com a adoção de tecnologias reprodutivas e ferramentas de melhoramento genético, sem abrir mão das práticas tradicionais de manejo adaptadas ao ciclo de cheias e secas da região.

No centro desse movimento está o grupo Nelore Cometa, que combina avaliação genômica, Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) e Fertilização In Vitro (FIV) para acelerar o progresso genético do rebanho, respeitando as particularidades ambientais de um dos biomas mais desafiadores do país.

Genômica aumenta precisão na seleção de animais superiores

O uso da genômica tem sido um dos principais pilares do programa de melhoramento genético adotado pelo Nelore Cometa. A tecnologia permite identificar com maior precisão os animais de melhor desempenho produtivo ainda em fases iniciais da vida, aumentando a confiabilidade das decisões de seleção.

Segundo o zootecnista e técnico de campo da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Fábio Eduardo Ferreira, o rebanho foi um dos pioneiros na utilização da avaliação genômica na região.

Ele explica que a tecnologia elevou a acurácia das estimativas genéticas, permitindo decisões mais assertivas sobre quais animais devem ser multiplicados e quais devem ser destinados ao descarte, acelerando o ganho genético do rebanho.

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Tecnologia reprodutiva acelera ganhos sem romper manejo tradicional

Além da genômica, o sistema produtivo utiliza IATF e FIV para concentrar nascimentos e ampliar a disseminação de genética superior. A estratégia permite antecipar a estação de parto para os meses de agosto a outubro, facilitando o manejo dos bezerros antes do período de cheia.

De acordo com o produtor Francis Maris Cruz, a pecuária no Pantanal exige adaptação constante às condições naturais, em vez de confronto com o ambiente.

Ele destaca que a atividade é estruturada para conviver com o regime de águas da região, respeitando os períodos de cheia e seca e ajustando o manejo conforme a dinâmica do território.

Manejo estratégico reduz impactos da cheia no desenvolvimento dos animais

No sistema adotado, os bezerros são desmamados precocemente entre janeiro e fevereiro, antes da intensificação do período de cheias. Após essa fase, os animais jovens são transferidos para áreas mais altas ou outras propriedades da operação, garantindo melhores condições de desenvolvimento.

As fêmeas seguem etapas de reprodução e desenvolvimento em fazendas fora da área mais afetada pelas cheias, enquanto os machos são direcionados a sistemas específicos de recria e terminação.

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Essa estratégia permite manter a produtividade mesmo em um ambiente de alta complexidade climática e logística, característica do bioma pantaneiro.

Seleção genética prioriza rusticidade e adaptação ao ambiente

O programa de melhoramento também prioriza características como rusticidade, fertilidade e capacidade de adaptação às condições adversas do Pantanal. O uso de sêmen de touros geneticamente superiores e reprodutores selecionados em centrais de inseminação faz parte da estratégia para elevar o padrão do rebanho.

A combinação entre biotecnologias reprodutivas e manejo tradicional reforça a busca por animais mais eficientes e adaptados às condições locais, sem perder a identidade da pecuária regional.

Tecnologia e tradição caminham juntas na pecuária pantaneira

Ao integrar genômica, IATF, FIV e manejo adaptado ao ciclo das águas, o Nelore Cometa demonstra como a pecuária no Pantanal pode evoluir tecnologicamente sem abandonar suas bases tradicionais.

O modelo adotado mostra que o avanço genético pode ocorrer em sintonia com o ambiente, respeitando o regime natural das cheias e secas e fortalecendo a produção em um dos ecossistemas mais exigentes da pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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