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MEC lança série do Criança Alfabetizada no Canal Educação

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A atuação de educadores e gestores educacionais para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino brasileira é tema da série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que será lançada na quinta-feira, dia 22 de maio, às 19h30 (horário de Brasília), no Canal Educação a TV do Ministério da Educação (MEC). Serão 20 episódios de 15 a 30 minutos, com a apresentação de situações reais da rotina nas escolas e interações entre os diferentes atores da comunidade escolar.   

A série mostrará experiências das turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Cada episódio terá uma temática e comentários de especialistas. O projeto faz parte da formação de professores e gestores da educação básica disponível no Canal Educação. Os episódios serão transmitidos sempre às quintas-feiras, às 19h30, pelo canal 2.3. Outras possibilidades de acesso podem ser conferidas na página da TV do MEC no portal do ministério. A produção também estará disponível na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec).   

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Compromisso Nacional Criança Alfabetizada Lançado em 2023 pelo Governo Federal, a política tem como foco garantir a alfabetização das crianças na idade correta, ou seja, até o 2º ano do ensino fundamental, e recompor a aprendizagem de todas as crianças matriculadas nos anos iniciais do ensino fundamental, para amenizar o impacto da pandemia. Várias ações foram pensadas para garantir o sucesso do programa, entre elas o Selo Nacional Criança Alfabetizada, que premia os esforços das secretarias de educação estaduais e municipais.    

A série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada surge dentro desse cenário, a fim de somar na formação dos profissionais de educação. 

Serviço 

Estreia da série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Data: 22 de maio de 2025 (quinta-feira) 
Horário: 19h30 (horário de Brasília) 
Reprises: quinta-feira (22/5) às 23h30;  
sexta (23/5) às 6h, 13h e 20h30;  
sábado (24/5) às 11h30 e 23h; e  
domingo (25/5) às 20h. 

Onde assistir:sintonizando na TV, pelo Canal Educação no YouTube ou pelo canal do MEC no YouTube   

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Canal Educação 

Fonte: Ministério da Educação

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Turismo plural é estratégia de competitividade, defendem especialistas no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo

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Ir além do óbvio e incluir recortes de gênero, raça, idade e ancestralidade não é apenas uma pauta social, mas uma estratégia de competitividade e mercado para os destinos brasileiros. Essa avaliação marcou o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, realizado nesta quinta-feira (4), durante o segundo dia do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O debate reuniu especialistas em afroturismo, turismo 60+ e turismo indígena para discutir como diferentes trajetórias, identidades e territórios influenciam a forma de viajar, empreender e consumir turismo no país.

​A coordenadora-geral de Turismo Responsável e Sustentável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destacou que as políticas públicas voltadas às mulheres precisam considerar essa pluralidade. “As mulheres viajam de maneiras diferentes, vivem realidades diferentes e se relacionam com os destinos de formas distintas. Pensar em um turismo mais inclusivo significa reconhecer essa diversidade e construir experiências que contemplem todas elas”, afirmou.

​Afroturismo

​Especialista em afroturismo, Thaís Rosa Pinheiro defendeu que os destinos brasileiros avancem no reconhecimento da diversidade racial presente no país e valorizem histórias que, por muito tempo, permaneceram invisibilizadas. 

Segundo ela, os turistas buscam cada vez mais experiências autênticas, ligadas à identidade, à cultura e à memória dos territórios. ​”O turismo é feito de pessoas para pessoas. As belezas naturais são importantes, mas o que conecta o visitante aos destinos são as histórias, a cultura e a identidade de quem vive nesses lugares”, ressaltou.

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​Para Thaís, ampliar o olhar sobre o afroturismo também significa qualificar o acolhimento e combater situações de discriminação, que ainda afetam viajantes negros em diferentes etapas da experiência turística.

​Turismo 60+

A criadora do blog Sentidos do Viajar, Sylvia Yano, chamou a atenção para o crescimento da população idosa e para a necessidade de o setor desenvolver produtos e experiências mais adequados a esse público. Segundo ela, muitas mulheres acima dos 60 anos ainda não se reconhecem na comunicação e na oferta turística disponíveis atualmente.

​Dados apresentados pela especialista mostram que 74% das pessoas com mais de 60 anos não se enxergam representadas no turismo. Atualmente, o Brasil possui cerca de 35 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que tende a crescer nas próximas décadas.

​”A população está envelhecendo e o turismo precisa se preparar para isso. Não estamos falando apenas de acessibilidade, mas de experiências significativas, autênticas e alinhadas aos interesses desse público”, ressaltou.

​Protagonismo indígena

​Representando a Rota dos Encantados Potiguara, a empreendedora indígena Îasypytã Potiguara defendeu que os povos originários deixem de ser vistos apenas como atrativos turísticos e passem a ocupar o papel de protagonistas na construção e na gestão das experiências oferecidas aos visitantes.

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​Segundo ela, iniciativas de etnoturismo sustentável têm contribuído para preservar tradições, fortalecer economias locais e gerar renda para mulheres indígenas em seus próprios territórios. ​”Quem melhor para contar a história de um povo do que as pessoas que pertencem a ele? Quando os povos indígenas assumem o protagonismo do turismo, fortalecem sua cultura, preservam seus territórios e transformam a realidade das comunidades”, afirmou.

​Encerrando o painel, as participantes defenderam que a ampliação da diversidade no turismo não deve ser vista apenas como uma pauta de inclusão, mas como uma estratégia para tornar os destinos mais competitivos, autênticos e preparados para atender aos diferentes perfis de viajantes que movimentam o setor.

Por Natália Moraes e Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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