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Prêmio Nacional de Educação Fiscal está com inscrições abertas até 31 julho

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Servidores da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) já podem se inscrever no Prêmio Nacional de Educação Fiscal, realizado pela Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite). As inscrições seguem abertas até 31 de julho.

Além de funcionários públicos, também poderão participar instituições de ensino, empresas privadas, veículos de imprensa, especialistas, amadores na área de tecnologia e demais órgãos estaduais e municipais.

Os três primeiros colocados poderão levar para casa premiações no valor de R$ 7 mil, R$ 10 mil e R$ 15 mil.

Na última edição, realizada em 2024, o estado conquistou o 1º lugar na categoria Tecnologia com o jogo Teca Game, desenvolvido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em parceria com a assessoria técnica da Sefaz.

Como funciona?

Para se candidatar, às instituições de educação, empresas, secretarias municipais e estaduais devem estar com projetos em execução em 2025 com resultados mensuráveis, apresentados conforme o anexo único do regulamento.

Já os serviços de comunicação, devem ter matérias veiculadas entre 01/12/2024 e a data da inscrição. Além do formulário, devem enviar a matéria digitalizada (jornal impresso, rádio, TV ou internet) para [email protected].

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Enquanto, os que trabalham com tecnologia da área da informação de organizações públicas, privadas ou terceiro setor, devem enviar um Protótipo funcional mais um Vídeo pitch de até 3 minutos, para mostrar a motivação, funcionamento e impacto do projeto para [email protected].

Para mais detalhes, consulte o regulamento completo da edição de 2025 no site: www.premioeducacaofiscal.org.br.

Valores por categoria:

Escolas: R$ 15 mil (1º), R$ 10 mil (2º), R$ 7 mil (3º)

Instituições: R$ 15 mil (1º), R$ 10 mil (2º)

Imprensa:R$ 10 mil (1º), R$ 7 mil (2º)

Tecnologia:R$ 10 mil (1º), R$ 7 mil (2º)

Observação:

O coordenador de cada projeto premiado nas categorias Escolas e Instituições receberá R$ 2.500,00 adicionalmente.

Dúvidas:

Confirmação de inscrição: Contate a equipe da Cidadania Fiscal Pelo email [email protected] telefone (65) 98144-0492.

Sobre a premiação: email [email protected] ou telefone (65) 3617-2440.

*Com supervisão de Noelisa Andreola

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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