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Suplementação nutricional é fundamental para o fortalecimento e recuperação muscular de cavalos atletas e de trabalho

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O Brasil possui cerca de 6 milhões de cavalos, destacando-se tanto os animais de trabalho em propriedades rurais quanto aqueles voltados para lazer e esportes. A exigência física intensa, seja nas tarefas do campo ou em competições de alto nível, demanda uma alimentação balanceada e de qualidade para garantir a saúde e o desempenho ideal dos equinos, explica Antonio Coutinho, gerente nacional de marketing da Vetoquinol Saúde Animal.

Importância da alimentação para saúde e performance

O desempenho e a saúde dos cavalos atletas estão diretamente ligados ao bem-estar proporcionado por uma nutrição adequada. O manejo alimentar correto é essencial para o crescimento, fortalecimento e recuperação muscular dos animais, especialmente após competições. Além disso, atender às necessidades nutricionais influencia diretamente a qualidade de vida desses equinos.

Cuidados específicos para cavalos de trabalho

Os cavalos de lida também demandam atenção especial na alimentação e na oferta constante de água limpa. Segundo Coutinho, é fundamental monitorar a quantidade e a qualidade dos nutrientes — proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais — que o rebanho recebe, mantendo horários regulares e frequentes para a alimentação.

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Suplementação nutricional como aliada no desenvolvimento muscular

Uma das soluções mais eficazes para garantir o aporte correto de nutrientes é a suplementação alimentar. Os suplementos fornecem proteínas e aminoácidos essenciais para a manutenção e desenvolvimento muscular dos cavalos. A Vetoquinol Saúde Animal oferece ao mercado brasileiro os suplementos Equistro® Myo Power Pellet e Equistro® Mega Base, voltados para esse propósito.

Detalhes dos suplementos Equistro® Myo Power Pellet e Mega Base

O Equistro® Myo Power Pellet contém proteínas naturais de fácil assimilação, além do aminoácido essencial L-leucina, que estimula o crescimento muscular, e outros 17 aminoácidos importantes. O suplemento também possui glicose, que ajuda na síntese proteica, potencializando a absorção dos aminoácidos.

Já o Equistro® Mega Base é formulado com uma combinação de minerais, vitaminas e aminoácidos, incluindo cálcio, fósforo, prebióticos e oligoelementos com alta biodisponibilidade, para atender integralmente às necessidades nutricionais dos cavalos.

Compromisso com a saúde e qualidade de vida dos cavalos

Com esses suplementos, a Vetoquinol reforça seu apoio aos criadores, promovendo inovação na alimentação animal. A empresa contribui para o fortalecimento, recuperação e bem-estar dos cavalos, valorizando a atividade e garantindo mais saúde e qualidade de vida aos equinos no Brasil e internacionalmente.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

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Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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