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Presidente do TCE-MT cobra ação imediata do Estado diante do colapso na Saúde de Cáceres

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Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Ilustração
Presidente do TCE, conselheiro Sérgio Ricardo, recebe presidente da Câmara de Cáceres, Flávio Negação. Clique aqui para ampliar.

O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, cobrou ação imediata do Governo do Estado diante do colapso na Saúde de Cáceres, relatado pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Flávio Negação, em reunião nesta terça-feira (20). A principal queixa é a falha no sistema de regulação de vagas no Hospital Regional da cidade, que, segundo o vereador, já está resultando na morte de pacientes.

De acordo com o parlamentar, duas pessoas morreram recentemente por não conseguirem acesso ao Hospital Regional, mesmo com estrutura disponível. Uma das vítimas foi uma criança, que tinha vaga e possibilidade de tratamento, mas não foi regulada a tempo e acabou falecendo em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

“Essa criança tinha lugar para ser internada, estrutura para ser tratada, mas não foi regulada, então não conseguiu entrar e morreu numa UPA. Se tivesse sido internada um dia antes, não teria morrido. O hospital tem médicos, tem estrutura, mas as pessoas continuam morrendo por falta de regulação, que é um ato administrativo. A Secretaria de Estado de Saúde precisa agir com urgência”, declarou o presidente do TCE-MT.  

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Conforme o vereador, o pedido de socorro não é novo. Segundo ele, os parlamentares de Cáceres vêm tentando sensibilizar o Governo do Estado há mais de 40 dias, sem sucesso. “Nos prometeram uma solução em 10 dias. Esse prazo venceu e nada foi resolvido. Ontem, uma criança faleceu. Antes disso, uma senhora também perdeu a vida. A cidade está em colapso”, declarou Negação.

Diante disso, Sérgio Ricardo informou que encaminhará ofício ao Governo do Estado e à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) para que tome providências urgentes para restabelecer a regulação eficiente e impedir novas mortes por negligência administrativa.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: [email protected]

Fonte: TCE MT – MT

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Tribunal do Júri condena réu a 14 anos por homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de Nova Mutum condenou o réu Gabriel Luiz Gomes a 14 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado de Paulo Victor Barbosa de Sousa. A condenação decorre de denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Os jurados reconheceram que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, qualificadoras previstas no artigo 121 do Código Penal. Após a condenação pelo Conselho de Sentença, foi determinado o cumprimento imediato da condenação em regime fechado.Segundo a denúncia do Ministério Público, no dia 4 de maio de 2025, no bairro Lírio dos Campos, em Nova Mutum, Gabriel Luiz Gomes e Lauro Marcio da Silva, juntamente com um terceiro indivíduo ainda não identificado, participaram da execução de Paulo Victor Barbosa de Sousa. As investigações apontaram que Gabriel teria atraído a vítima para o local do crime sob o pretexto de adquirir drogas, enquanto Lauro teria auxiliado na logística da ação criminosa.Conforme os autos, a vítima chegou ao local combinado em uma motocicleta acompanhada da esposa e do filho de dois anos de idade. O executor efetuou disparos de arma de fogo, causando a morte de Paulo Victor. Ao analisar a dosimetria da pena, a magistrada considerou, entre outros aspectos, a gravidade da conduta e o fato de o crime ter sido praticado na presença dos familiares da vítima.A sentença também destacou que permanecem os fundamentos que justificam a prisão do condenado, motivo pelo qual ele não poderá recorrer em liberdade.No decorrer do processo, houve o desmembramento da acusação em relação ao acusado Lauro Marcio da Silva, por estar foragido da Justiça, permanecendo neste julgamento apenas a apuração da responsabilidade criminal de Gabriel Luiz Gomes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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