CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Análises moleculares revolucionam o uso de bioinsumos e aumentam a precisão na agricultura brasileira

Publicados

AGRONEGOCIOS

O DNA do solo como aliado do produtor rural

Segundo Eduardo Balsanelli, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da GoGenetic e pós-doutor em Biologia Molecular, o DNA do solo está cada vez mais acessível e transformando a forma de plantar no país. Hoje, produtores tomam decisões baseadas em laudos genéticos do solo, escolhem bioinsumos com rastreabilidade comprovada e ajustam o manejo com base em dados científicos, algo que antes parecia restrito aos laboratórios.

Avanços tecnológicos que impulsionam a agricultura

Ferramentas como qPCR, metagenômica e sequenciamento genético têm impulsionado essa revolução silenciosa. Elas permitem identificar microrganismos benéficos e contaminações no solo com grande precisão, facilitando um manejo agrícola mais eficiente e responsável.

Workshop de Bioinsumos e Inovação destaca avanços na área

No recente Workshop de Bioinsumos e Inovação, realizado pela ANPII Bio em Curitiba (PR), Eduardo Balsanelli destacou que a agricultura brasileira está deixando para trás a era das suposições e adotando decisões fundamentadas em dados concretos. Segundo ele, essa mudança aumenta a segurança no campo e transforma a ciência em uma aliada do produtor.

Leia Também:  Custos de produção do frango caem em 2025, enquanto suinocultura registra alta, aponta Embrapa
Impacto na competitividade e sustentabilidade do setor

Com informações confiáveis, o produtor rural reduz desperdícios e contribui para uma agricultura regenerativa, atendendo às demandas globais por rastreabilidade e segurança alimentar. O Brasil, com sua forte vocação agrícola e capacidade de inovação, está preparado para liderar essa evolução tecnológica, trazendo soluções genéticas avançadas para o setor.

Perspectivas para o mercado de bioinsumos

A GoGenetic prevê um crescimento sólido no mercado de bioinsumos, impulsionado por três grandes tendências: a busca por práticas sustentáveis, a exigência por qualidade comprovada e o avanço da biotecnologia como ferramenta acessível e prática para o dia a dia dos agricultores.

Essa nova era da agricultura baseada em análises moleculares promete elevar a produtividade do setor, garantindo maior segurança e respeito ao meio ambiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Preço do milho recua no Brasil com avanço da safrinha e demanda fraca; exportações seguem em ritmo positivo em junho

Publicados

em

O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com viés de baixa nas cotações, refletindo um ambiente de demanda mais cautelosa e expectativas de aumento da oferta com o avanço da colheita da segunda safra (safrinha). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os compradores seguem atuando de forma pontual, priorizando aquisições imediatas e aguardando maior disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

O cenário combina pressão de preços no mercado interno com fundamentos externos relativamente mais estáveis, ainda que sem força suficiente para sustentar altas no curto prazo.

Demanda interna segue lenta e compradores aguardam safra avançar

A movimentação no mercado físico do milho segue limitada, com consumidores adotando postura mais defensiva. As negociações são pontuais e o foco está na expectativa de entrada mais expressiva da safrinha no mercado ao longo das próximas semanas.

Apesar da colheita ainda estar em fase inicial em grande parte das regiões produtoras, produtores já começam a aumentar a oferta disponível, ajustando preços diante da necessidade de escoamento da produção.

Esse movimento de maior flexibilidade nas pedidas reforça o viés de baixa no curto prazo, em um ambiente de liquidez reduzida e compradores aguardando melhores oportunidades.

Leia Também:  Custos de produção do frango caem em 2025, enquanto suinocultura registra alta, aponta Embrapa
Paridade de exportação perde força com Chicago fraca e dólar estável

No mercado externo, a paridade de exportação teve pouca variação ao longo da semana. O dólar apresentou movimentos moderados, enquanto a Bolsa de Chicago permaneceu próxima das mínimas recentes, pressionada pelo bom desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos.

Esse cenário reduziu o suporte para os preços internos, limitando qualquer reação mais consistente no mercado físico brasileiro.

Milho recua no Brasil e preços variam entre regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 60,08 no dia 18 de junho, queda de 1,71% frente aos R$ 61,12 registrados na semana anterior.

Entre as principais praças acompanhadas, os preços foram os seguintes:

  • Cascavel (PR): R$ 58,00/saca (-3,33%)
  • Campinas (SP – CIF): R$ 65,00/saca (estável)
  • Mogiana (SP): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00/saca (estável)
  • Erechim (RS): R$ 68,00/saca (-1,45%)
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rio Verde (GO): R$ 56,00/saca (-3,45%)

O comportamento regional reforça um mercado heterogêneo, com pressão mais intensa em áreas próximas à colheita e maior estabilidade em polos consumidores.

Exportações de milho crescem em volume e receita em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações brasileiras de milho seguem em crescimento no início de junho.

Leia Também:  Mapa e Sedcon-RJ realizam operação para identificar fraudes em azeites de oliva

Até o momento (9 dias úteis), os dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam:

  • Receita total: US$ 61,626 milhões
  • Média diária: US$ 6,847 milhões
  • Volume exportado: 265,162 mil toneladas
  • Média diária: 29,462 mil toneladas
  • Preço médio: US$ 232,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 46,9% na receita média diária
  • Crescimento de 59,5% no volume exportado
  • Queda de 7,9% no preço médio por tonelada

O desempenho indica maior competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, ainda que com preços médios mais pressionados.

Mercado do milho entra em fase decisiva com avanço da safrinha

Com a colheita da safrinha ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado de milho no Brasil tende a permanecer sob pressão no curto prazo. A combinação entre maior oferta, demanda interna contida e fundamentos externos mais fracos sustenta o viés de baixa, enquanto o desempenho das exportações segue como principal fator de equilíbrio para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA