SORRISO
Vereadora exige transparência sobre mortes, falhas e atendimentos na UPA de Sorriso
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Em requerimento aprovado nesta segunda-feira (26), a vereadora Jane Delalibera (PL) cobra respostas detalhadas sobre a operação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. O documento nº 140/2025 questiona desde o número de óbitos registrados nos últimos cinco anos até falhas crônicas no atendimento e demoras na transferência de pacientes em situações de “vaga zero”.
Delalibera solicita um levantamento anual das mortes ocorridas na UPA entre 2020 e 2025, com causas específicas conforme registros médicos. A parlamentar também questiona se há protocolos estabelecidos para pacientes reincidentes — aqueles que retornam frequentemente com os mesmos sintomas — e se eles estão sendo seguidos pela equipe. “A ausência de acompanhamento adequado pode esconder erros de diagnóstico ou falhas no primeiro atendimento”, alerta.
O requerimento inclui a exigência de acesso a relatórios de auditorias recentes que avaliem a qualidade dos serviços prestados pela unidade. Outro ponto crítico abordado é a morosidade na transferência de pacientes para hospitais de referência quando não há leitos disponíveis. A vereadora pede esclarecimentos sobre o tempo médio de espera para transferências e se as demoras são atribuíveis à UPA ou à Central de Regulação do Estado, quais as medidas concretas para reduzir esses atrasos.
Jane Delalibera ressalta que a UPA de Sorriso enfrenta uma crise agravada pelo crescimento populacional desordenado e pela falta de coordenação entre município e Estado. “A demora na transferência de casos graves, especialmente em situações de ‘vaga zero’, pode agravar condições de saúde ou até levar a óbitos que seriam evitáveis com uma gestão eficiente”, afirma.
Em tom contundente, a vereadora deixou claro que o pedido vai além da formalidade legislativa, “Este não é um mero trâmite burocrático. É um grito por socorro. A população precisa de respostas claras e ações imediatas que garantam um atendimento digno e humanizado”.
O documento foi encaminhado ao Executivo municipal e à Secretaria de Saúde, com prazo para resposta.
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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

