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Especial 100 dias: ALMT amplia fiscalização, transparência e valorização do servidor

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Os 100 primeiros dias da atual Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) foram marcados por avanços significativos, com foco na ampliação dos mecanismos de transparência, modernização da estrutura organizacional e administrativa, fortalecimento da atividade fiscalizadora do Parlamento e valorização do servidor.

Sob a presidência do deputado Max Russi (PSB), uma das conquistas mais relevantes do período foi a criação do programa ALMT Fiscaliza, que tem como objetivo garantir o acompanhamento contínuo e estruturado das ações do Executivo, promovendo maior transparência e eficiência na prestação dos serviços públicos e reafirmando o compromisso do Legislativo estadual com a melhoria dos serviços oferecidos à população mato-grossense.

O programa estabelece a cada uma das comissões permanentes da ALMT a função de definir um tema relacionado à sua área de atuação, elaborar um plano de trabalho e acompanhar indicadores e dados sobre os serviços públicos. No final do ano, cada comissão deverá apresentar um relatório com os resultados obtidos, bem como proposições legislativas originadas a partir das fiscalizações.

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A promoção de audiências públicas para apresentação das metas físicas e fiscais das secretarias estaduais pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e a realização de visitas técnicas pela Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, são alguns dos exemplos de fortalecimento das atividades fiscalizatórias das comissões.

“As comissões vão acompanhar de perto as políticas públicas. A ideia é ouvir especialistas, fazer visitas in loco, realizar audiências públicas e, a partir disso, propor leis mais eficazes e ajustadas à realidade dos cidadãos mato-grossenses”, ressaltou o presidente.

Outra conquista importante foi a regulamentação da Lei 12.336/2023, de autoria de Max Russi, que institui a Política Estadual de Linguagem Simples e de Direito Visual. A norma se aplica a todos os órgãos do Poder Executivo e tem o intuito de tornar acessíveis as informações disponibilizadas por órgãos públicos, por meio da adoção de linguagem simples e inclusiva, excluindo a utilização de jargões técnicos e discriminatórios e ampliando a utilização de recursos visuais para facilitar a compreensão das informações.

Como parte de sua política de modernização administrativa, a Assembleia Legislativa foi a primeira instituição estadual a aderir integralmente ao novo modelo de gestão do Mato Grosso Previdência (MT Prev), unindo responsabilidade fiscal à valorização do servidor.

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O respeito aos servidores públicos também foi evidenciado com a derrubada do veto do Executivo e a promulgação da lei que autoriza servidores do estado a terem Microempresas Individuais (MEI), ampliando suas possibilidades de geração de renda e assegurando, ao mesmo tempo, segurança jurídica e respeito às normas da administração pública.

“Temos buscado agir com responsabilidade, eficiência e espírito público, sempre colocando o cidadão no centro das decisões. Esse é o nosso compromisso: transformar a ALMT em uma instituição ainda mais ativa, transparente e presente na vida das pessoas”, afirmou Russi.

Confira a próxima matéria do “Especial 100 dias” na quinta-feira (29).

Fonte: ALMT – MT

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Comissão da ALMT avança em projetos para proteção do Pantanal, da fauna e dos recursos hídricos

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Celebrado nesta sexta-feira, 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente reforça a importância da preservação dos recursos naturais e da construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Recursos Minerais e Direitos dos Animais Domésticos de Companhia tem contribuído para esse debate por meio da análise de projetos de lei e discussões sobre temas estratégicos, como proteção do Pantanal e a situação dos pescadores do estado.

De janeiro até a primeira semana de junho de 2026, o colegiado realizou três reuniões ordinárias e uma extraordinária e analisou 102 matérias. Além disso, a comissão promoveu, em maio, uma audiência pública para debater os impactos da Lei da Pesca.

Entre os projetos que tiveram parecer favorável aprovado pela comissão, destacam-se iniciativas voltadas à proteção do Pantanal, à preservação da fauna silvestre e à conservação dos recursos hídricos. Um deles é o Projeto de Lei (PL) nº 2076/2025, de autoria do deputado Beto Dois a Um (Podemos), que institui o Estatuto de Proteção Permanente do Pantanal Mato-grossense. A proposta estabelece diretrizes estaduais para prevenção e combate às queimadas, utilização de tecnologias de monitoramento ambiental, criação de brigadas comunitárias e elaboração de um plano estadual de resposta emergencial para enfrentar eventos extremos.

Foto: Karen Malagoli / Secretaria de Comunicação Social

Outro projeto que recebeu parecer favorável da comissão foi o PL nº 73/2022, do deputado Valdir Barranco (PT). O texto prevê a implantação de ecodutos para possibilitar a travessia segura da fauna sob rodovias, ferrovias e estradas. A medida busca reduzir o número de atropelamentos de animais silvestres e contribuir para a preservação da biodiversidade mato-grossense, especialmente em áreas de grande circulação e fragmentação de habitats naturais.

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Também se destaca a aprovação do PL nº 295/2026, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), que cria o Programa Estadual de Proteção e Combate à Poluição de Rios e Cursos d’Água. A proposta tem como objetivo fortalecer ações de preservação dos recursos hídricos e ampliar mecanismos de prevenção à degradação ambiental em bacias hidrográficas do estado.

Presidente da comissão, o deputado Eduardo Botelho (MDB) destacou que os trabalhos desenvolvidos no primeiro semestre reforçam o compromisso da Assembleia Legislativa com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Segundo ele, o colegiado tem debatido temas estratégicos para o estado, como a proteção do Pantanal, os recursos hídricos, a política pesqueira, a prevenção das queimadas e a produção sustentável. “A comissão tem trabalhado muito neste primeiro semestre. Discutimos a questão do Pantanal, que era um assunto mais urgente e fomos in loco, inclusive com o pessoal da Sema e do Corpo de Bombeiros, fazer uma visita na região”, afirmou.

A audiência pública promovida pela comissão teve como objetivo discutir os impactos da Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como Transporte Zero. O encontro reuniu representantes das 22 colônias de pescadores de Mato Grosso, parlamentares, integrantes do governo estadual e membros da cadeia produtiva da pesca para avaliar os efeitos sociais, econômicos e ambientais da legislação.

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Para Botelho, o debate sobre a pesca demonstra a preocupação da comissão em buscar soluções equilibradas para questões que envolvem meio ambiente e desenvolvimento econômico. “Neste semestre, começamos a debater o Transporte Zero do pescado, realizando uma audiência pública muito importante e concorrida, na qual buscamos alternativas positivas para o setor”, destacou.

O parlamentar reforçou ainda que Mato Grosso tem papel estratégico na produção de alimentos e na preservação ambiental, sendo referência nacional e internacional nesses dois segmentos. “Nesta data comemorativa do Meio Ambiente, faço um chamado para que possamos unir esforços, governo, setor produtivo, comunidade científica e sociedade civil, em favor de políticas públicas equilibradas, responsáveis e sustentáveis. Preservar o meio ambiente não é impedir o desenvolvimento. Preservar o meio ambiente é garantir que o desenvolvimento continue sendo possível”, afirmou.

Atualmente, a Comissão de Meio Ambiente da ALMT é presidida pelo deputado Eduardo Botelho e tem como vice-presidente Carlos Avallone (PSDB). Também integram o colegiado, como membros titulares, os deputados Nininho (Republicanos), Valmir Moretto (Republicanos) e Wilson Santos.

Fonte: ALMT – MT

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