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Webinário esclarece dúvidas sobre adesão ao PDDE Equidade

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), realizou, nesta terça-feira, 3 de junho, um webinário para prestar esclarecimentos sobre a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade. 

A iniciativa, que visa impulsionar a qualidade do ensino em áreas de vulnerabilidade social e educacional, tem investimentos previstos de R$ 1,3 bilhão até 2026. O webinário foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e reuniu gestores públicos e representantes das secretarias de educação estaduais e municipais, além de equipes escolares. 

O chefe de gabinete da Secadi, Lucas Hoogerbrugge, ressaltou a importância do novo modelo do programa e falou das mudanças para o ano de 2025: “Nós mudamos toda a matriz de financiamento da educação básica para melhor e não poderíamos deixar de aprimorar o PDDE Equidade, que agora ganhou coesão, com um ciclo de adesão unificado, com os programas dialogando entre si, com critérios similares e o aumento do valor por escola, para termos repasses de recursos mais parecidos.  

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A adesão ao PDDE Equidade pode ser feita até 6 de junho através do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A participação das redes é essencial para garantir que as mais de 27 mil escolas elegíveis este ano recebam os recursos do programa e possam avançar na promoção de uma educação mais justa e inclusiva.  

PDDE Equidade –Realizado em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o PDDE Equidade busca garantir condições mais equitativas de ensino e aprendizagem, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade social e educacional. Entre 2023 e 2024, foram empenhados R$ 668 milhões no programa, beneficiando 28.871 escolas. 

Com foco na melhoria da infraestrutura e da qualidade da oferta educativa, o programa se articula com políticas de inclusão e diversidade, contemplando escolas indígenas, quilombolas e do campo, escolas que atendem pessoas com deficiência e comunidades bilíngues de surdos, escolas que ofertam educação de jovens e adultos, entre outras. 

Este ano, o PDDE Equidade repassará R$ 379 milhões para unidades de ensino de todo o Brasil. A iniciativa é composta por três grandes frentes: 

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  • PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM): focado no apoio à educação especial inclusiva. A iniciativa conta com um orçamento previsto de R$ 201,6 milhões para 2025, beneficiando 6.713 escolas; 

  • PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas: voltado para melhorias estruturais em 2.973 escolas do campo, indígenas e quilombolas. Em 2025, estão previstos cerca de R$ 102 milhões para essa modalidade; e 

  • PDDE Diversidades: visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas. Nesse ciclo, a previsão de investimento é de R$ 75 milhões, que se destinam às modalidades de educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens e adultos (EJA). Ao todo, 21.242 escolas serão beneficiadas pelo programa. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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