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Delegados do BRICS fazem visita a campus de Instituto Federal
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A manhã desta quarta-feira, 4 de junho, foi diferente para professores e estudantes do campus Riacho Fundo do Instituto Federal de Brasília (IFB), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Eles receberam delegados internacionais do BRICS, que fizeram uma visita técnica à instituição. O dia foi de muito trabalho e de trocas de experiências para alunos dos cursos técnicos e superiores ofertados na unidade.
Para o diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Charles Okama de Souza, a visita é um reconhecimento ao modelo educacional inovador dos Institutos Federais, que articulam ensino, pesquisa e extensão. “Nossos estudantes realizam cursos técnicos integrados ao ensino médio, ou seja, estudam a teoria das disciplinas tradicionais ao mesmo tempo que aprendem uma formação técnica. Hoje mostramos ao mundo um pouco desta vivência”, destacou. Também acompanhou a visita a diretora de Programa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC (Setec), Luciana Massukado.
A reitora do IFB, Veruska Machado, destacou a oportunidade de mostrar a potência dos trabalhadores que são formados pela Rede Federal. “A vinda dos representantes do BRICS tem uma motivação especial, porque o campus Riacho Fundo tem os cursos de letras (inglês), que é a língua oficial do BRICS, e de gastronomia, panificação e hospitalidade, que lidam diretamente com países diversos. Portanto, é uma oportunidade dupla. Esses países podem conhecer um pouco da educação que a gente promove, e os nossos estudantes, atuando nessa recepção, também têm um locus de desenvolvimento por meio de um projeto de ensino”, enumerou a reitora.
Uma das grandes tarefas da recepção aos delegados internacionais ficou com a professora e coordenadora do curso de gastronomia, Juliana de Andrade. Foi ela a responsável por coordenar a alimentação que seria oferecida a um grupo completamente heterogêneo. “O BRICS é um bloco muito complexo, considerando a diversidade de culturas, inclusive alimentares. O que a gente escolheu foi fazer um percurso muito brasileiro, mas que se alinhasse à perspectiva das culturas que iríamos receber. Entendemos a necessidade de ter as restrições veganas e as possibilidades de produtos que têm uma carga afetiva. Falamos do Brasil de forma que o país se articule com os outros integrantes do BRICS”, detalhou.
Para a estudante de letras Heloísa Moreira de Souza, a oportunidade de atuar na recepção à comitiva internacional como oficial de ligação foi enriquecedora. “Estou muito honrada de poder exercer essa função, apresentando a nossa rotina no IFB, e ver pessoas tão interessadas em conhecer um pouco da educação que o instituto proporciona. Tem sido muito enriquecedora essa troca com pessoas de outras culturas, criar essas pontes, esses laços”, comemorou a jovem.
Agenda – A programação da Aliança de Cooperação em EPT do BRICS começou em 2 de junho, com a Reunião da Aliança de Cooperação em educação profissional e tecnológica (EPT) do BRICS. No dia seguinte, foi realizado um seminário voltado para os líderes de instituições de EPT do bloco, que discutiu inclusão, empregabilidade e desenvolvimento nacional.
A programação segue na quinta-feira, 5 de junho, com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, como anfitrião da 12ª Reunião dos Ministros da Educação dos BRICS. O encontro revisará as prioridades do Brasil para a cooperação educacional no grupo em 2025 e contará com a presença de autoridades da educação brasileira. Os trabalhos se encerram nos dias 6 e 7 de junho, com a realização do Fórum de Reitores das Universidades do BRICS, no Rio de Janeiro.
Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
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Mais de 90% dos municípios respondem ao MEC sobre Primeira Infância
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), em parceria com a Rede Nacional Primeira Infância, concluiu o Levantamento Nacional de Planos pela Primeira Infância com adesão de 90% dos municípios brasileiros. Realizada entre março e maio de 2026, a iniciativa mapeou a situação dos planos municipais, estaduais e distrital voltados às crianças de zero a seis anos em todo o país.
Ao todo, 4.990 municípios finalizaram integralmente o preenchimento do levantamento, o equivalente a 89,59% das cidades brasileiras. Outros 234 municípios permaneceram com cadastro em andamento e apenas 346 não iniciaram o preenchimento. Além da participação municipal, 19 estados e o Distrito Federal também responderam ao levantamento.
O levantamento teve como objetivo compreender o panorama atual das políticas públicas para a Primeira Infância no país, identificar desafios, subsidiar ações de apoio técnico, fortalecer a governança interfederativa e aprimorar as estratégias voltadas à garantia dos direitos das crianças brasileiras.
A inciativa nacional ocorreu de forma articulada e intersetorial, com envio de ofícios institucionais, disparos de e-mails, articulação via WhatsApp, divulgação em seminários estaduais e distribuição de materiais informativos. O prazo oficial de coleta encerrou-se em 15 de maio, com prorrogação excepcional até 18 de maio para regularização de acessos ao sistema e complementação de informações.
Os dados também devem contribuir para compreender os avanços da agenda desde a consolidação do Marco Legal da Primeira Infância e orientar novas ações para ampliar a efetivação dos direitos das crianças brasileiras, especialmente no enfrentamento das desigualdades e na construção de políticas mais integradas, intersetoriais e efetivas.
O levantamento foi coordenado pela SNPPI/MEC com apoio de parceiros estratégicos da agenda da Primeira Infância, entre eles a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil, o Conselho Nacional do Ministério Público, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, o Instituto Articule e a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, além de redes estaduais, organizações da sociedade civil e gestores públicos.
Resultados – Entre os estados com 100% de preenchimento concluído estão Acre, Alagoas, Ceará e Roraima. Já os maiores índices de finalização foram registrados em São Paulo (98,76%), Mato Grosso do Sul (98,73%), Pará (96,53%), Santa Catarina (96,27%), Sergipe (96%), Rio Grande do Norte (95,81%), Pernambuco (95,14%) e Minas Gerais (93,20%).
Em números absolutos, Minas Gerais liderou a participação, com 795 municípios finalizados, seguido por São Paulo (637), Rio Grande do Sul (425), Paraná (356) e Bahia (329).
Os formulários aplicados reuniram informações sobre existência e vigência dos Planos pela Primeira Infância, aprovação em instrumentos normativos, funcionamento de comitês intersetoriais, mecanismos de financiamento, participação social e necessidades de apoio técnico para implementação das políticas públicas. Também foram levantadas informações sobre governança, articulação entre áreas e estratégias de implementação territorial.
Segundo a SNPPI/MEC, os resultados demonstram o fortalecimento da agenda da Primeira Infância no Brasil e o crescente comprometimento dos entes federados com a institucionalização de políticas públicas voltadas às crianças. A Subsecretaria pretende, agora, organizar um grupo de trabalho para aprofundar a análise quantitativa e qualitativa das informações coletadas.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Executiva (SE)
Fonte: Ministério da Educação
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