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Dia de Campo Safrinha 2025 será realizado em Vilhena no dia 12 de junho
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Milho é destaque na agricultura de Rondônia
O milho é uma das culturas mais importantes para Rondônia, que é o maior produtor do grão na região Norte do Brasil. Para apresentar novidades, debater desafios e trocar experiências com técnicos e produtores, a Embrapa Rondônia e parceiros promovem o tradicional Dia de Campo Safrinha 2025, no dia 12 de junho, quinta-feira, a partir das 7h30. O evento será realizado no Campo Experimental da Embrapa, em Vilhena, e a participação é gratuita.
Programação e temas abordados
Durante o Dia de Campo, serão exibidas cultivares de milho, sorgo, plantas de cobertura e forrageiras. Também serão apresentadas técnicas de manejo dessas culturas e informações sobre a comercialização de grãos, visando auxiliar os produtores rurais para a próxima safra.
Dados da produção de milho em Rondônia
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rondônia conta com cerca de 472,7 mil hectares cultivados com milho safrinha nesta safra, com uma produção estimada em 2.520,4 mil toneladas para 2025. Vale destacar que a safra de verão representa menos de 2% da produção anual do grão no estado.
Região do Cone Sul lidera produção
Os maiores produtores de milho safrinha em Rondônia estão nos municípios do Cone Sul, com destaque para Vilhena, que responde por quase um oitavo da produção estadual. A maior parte do milho cultivado é da safrinha, plantada em sucessão à soja.
O pesquisador Vicente de Paulo Campos Godinho destaca:
“Observamos um avanço significativo das culturas de sucessão em todo o estado, com o milho como principal cultura nessa modalidade. Além disso, capim (boi safrinha), algodão, sorgo, gergelim e plantas de cobertura também têm ampliado suas áreas de cultivo. Esperamos participantes de várias regiões de Rondônia e de estados vizinhos no evento.”
Realização e parcerias
O Dia de Campo Safrinha 2025 é organizado pela Embrapa Rondônia e conta com o apoio de diversos parceiros, incluindo:
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Detalhes para participação
- Data: 12 de junho de 2025 (quinta-feira)
- Horário: 7h30 às 12h30
- Local: Embrapa Rondônia – Campo Experimental de Vilhena
- Rodovia BR 364, Km 6 – Saída para Cuiabá (em frente ao Posto Trevo)
- Inscrição: Gratuita, feita no local
O evento é uma oportunidade única para quem atua no setor agrícola atualizar conhecimentos, conhecer novas tecnologias e fortalecer o diálogo entre produtores e especialistas para o sucesso da safra 2025.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27
O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.
Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.
Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.
Demanda doméstica continua sendo principal sustentação
A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.
Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.
As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.
El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada
Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.
De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.
Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.
Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal
Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.
Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.
Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.
Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global
Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.
Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.
Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

