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Mercado doméstico de algodão mantém ritmo positivo com alta nos preços e negociações para 2026

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A comercialização da pluma de algodão no Brasil apresentou um bom ritmo ao longo da última semana. Embora o movimento tenha sido moderado, os preços mostraram valorização, contrariando a tendência observada nos mercados internacionais. Tradings e produtores fecharam negócios com entregas previstas para 2026, enquanto a indústria nacional concentrou suas compras principalmente no curto prazo, segundo a Safras Consultoria.

Preços do algodão no mercado brasileiro

Na quinta-feira (12), em Rondonópolis (MT), o preço da pluma ficou em R$ 4,21 por libra-peso, equivalente a R$ 139,14 por arroba, representando uma queda diária de R$ 0,72 por arroba. No entanto, em comparação com a semana anterior, quando a arroba era vendida a R$ 138,81 (R$ 4,20 por libra-peso), houve um leve aumento semanal de R$ 0,33 por arroba.

Já para o algodão entregue em São Paulo (preço CIF), o valor registrado foi cerca de R$ 4,32 por libra-peso, com recuo diário de 0,46%. Comparado à quinta-feira anterior (05), quando o preço era R$ 4,31 por libra-peso, houve uma leve alta semanal de 0,23%.

Projeções do USDA para o algodão

O relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou uma previsão de produção americana de algodão na temporada 2025/26 em 14 milhões de fardos, uma redução em relação aos 14,5 milhões estimados em maio. Para a safra 2024/25, a projeção se mantém em 12,07 milhões de fardos.

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As exportações dos EUA devem atingir 12,5 milhões de fardos em 2025/26, mesmo volume previsto no mês anterior, enquanto o consumo interno permanece estimado em 1,7 milhão de fardos.

Com base nessas projeções, os estoques finais norte-americanos foram estimados em 4,3 milhões de fardos para 2025/26, abaixo dos 5,2 milhões previstos em maio. Na temporada 2024/25, os estoques finais ficaram em 4,4 milhões de fardos.

Perspectiva global para o algodão

O USDA também revisou a produção global de algodão para 2025/26, estimando 116,99 milhões de fardos, levemente inferior aos 117,81 milhões previstos no relatório anterior. Para 2024/25, a produção ficou em 112,96 milhões de fardos.

As exportações mundiais foram projetadas em 44,79 milhões de fardos para 2025/26, uma pequena redução frente aos 44,83 milhões estimados em maio. O consumo global esperado é de 117,76 milhões de fardos, ante 118,08 milhões do mês anterior. Os estoques finais mundiais foram previstos em 76,80 milhões de fardos, abaixo dos 78,38 milhões anteriores. Para a temporada 2024/25, os estoques estavam estimados em 73,74 milhões de fardos.

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Produção por países-chave
  • China: Produção estimada em 30 milhões de fardos para 2025/26, aumento frente aos 29 milhões previstos no mês anterior.
  • Paquistão: Produção projetada em 5,2 milhões de fardos, queda em relação aos 5,5 milhões estimados anteriormente.
  • Brasil: Safra 2025/26 estimada em 18,25 milhões de fardos, mantendo o mesmo valor do relatório anterior.
  • Índia: Produção esperada em 23,5 milhões de fardos para 2025/26, abaixo dos 24,5 milhões previstos em maio.

O cenário nacional reflete otimismo na venda e valorização dos preços, mesmo diante de ajustes e perspectivas diversas no mercado internacional, o que mantém o algodão brasileiro em evidência nas negociações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Modalidade de Emalhe Liso supera 80% da cota de captura da tainha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, nesta terça-feira (30) a cota de captura da tainha (Mugil liza) na modalidade emalhe costeiro de superfície superou 80% do limite estabelecido para a temporada de pesca de 2026. Inicialmente, a cota havia sido estabelecida em 2.070 toneladas, nos termos do inciso III do art. 4º da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026. 

Posteriormente, por meio da Portaria Interministerial MPA/MMA Nº 64, de 23 de junho de 2026, o limite foi ampliado para 2.394 toneladas, com o objetivo de possibilitar o acesso à pesca também nos estados em que os cardumes ainda não haviam chegado em razão da dinâmica migratória da espécie. A medida buscou compatibilizar a continuidade da atividade pesqueira com a sustentabilidade do recurso, considerando seus pilares econômico, social e ecológico. 

Os dados são acompanhados por meio do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha, no Sistema PesqBrasil – Monitoramento, plataforma oficial do Governo Federal que permite o acompanhamento da evolução das capturas declaradas. 

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Nos termos do art. 23 da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 2026, o encerramento da atividade ocorrerá quando a cota atingir 90% do limite estabelecido para a modalidade. Novas atualizações serão divulgadas conforme a evolução das capturas. A medida integra o processo de gestão sustentável da pesca da tainha, considerando a importância econômica, social e ambiental da espécie, bem como a necessidade de assegurar o uso responsável do recurso pesqueiro.


ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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