CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

24º Congresso Brasileiro do Agronegócio destaca agroalianças para competitividade e sustentabilidade do setor

Publicados

AGRONEGOCIOS

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), em parceria com a bolsa de valores B3, promove no dia 11 de agosto o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio. O evento acontecerá em formato híbrido, reunindo presencialmente e virtualmente autoridades, líderes, empresários e especialistas para discutir o papel das agroalianças no crescimento sustentável e na manutenção da competitividade do setor frente aos desafios nacionais e globais.

Importância do congresso para o setor

Reconhecido como um dos principais encontros da cadeia do agronegócio no Brasil, o congresso será realizado no Sheraton WTC São Paulo Hotel (SP). Os participantes terão a oportunidade de debater temas relevantes, fortalecer networking com diversos atores do mercado e aprofundar conhecimentos por meio de análises sobre o cenário atual do agronegócio.

Programação com palestras e painéis estratégicos

A programação inclui a palestra inaugural intitulada “Agroalianças e o Futuro”, conduzida pelo embaixador Roberto Azevêdo — consultor da ABAG e ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Além disso, serão realizados dois painéis:

  • “Alimentos, Energias e Inovação”;
  • “Agrobrasil com Crescimento Sustentável: Financiamento e Mercado de Capitais”.

Uma mesa redonda sobre a “Transição Energética” também integra o evento, abordando os principais aspectos dessa transformação para o agronegócio.

Leia Também:  Custos de Produção da Soja Sobem em Mato Grosso e Produtor Deve Redobrar Atenção ao Ponto de Equilíbrio
Homenagens a personalidades do agronegócio
  • Nesta edição, a ABAG fará homenagens especiais:
  • O embaixador Alexandre Parola receberá o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio;
  • A ex-Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, será agraciada com o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade.
Sucesso da edição anterior

Em 2024, o congresso reuniu mais de 800 participantes presencialmente e atraiu cerca de 4.000 espectadores na transmissão online, tanto no Brasil quanto no exterior, consolidando-se como evento de destaque para formadores de opinião e executivos do setor.

O 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio reforça a importância das parcerias estratégicas para o desenvolvimento sustentável e competitivo do agro, fortalecendo o debate sobre inovação, mercado e sustentabilidade para o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

Publicados

em

O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos.

O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais.

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica.

Leia Também:  Custos de Produção da Soja Sobem em Mato Grosso e Produtor Deve Redobrar Atenção ao Ponto de Equilíbrio

INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica.

“O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.”

“O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.”

“A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.”

Leia Também:  Canola avança no Brasil e se consolida como alternativa estratégica de renda no campo

Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais.

No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor.

Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo.

Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA