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Óleo de soja lidera altas e puxa grão em Chicago nesta sexta-feira

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Retomada pós-feriado

Com o fim do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, a Bolsa de Chicago reabriu em leve alta nesta sexta‑feira (20). Por volta das 7h15 (horário de Brasília), os contratos mais negociados de soja subiam de 3,25 a 4 pontos — julho a US$ 10,78 e setembro a US$ 10,65 por bushel.

Derivado dita o ritmo

O avanço do óleo de soja, que sobe mais de 1,5 % na CBOT, continua a dar o tom do mercado. Os fundamentos do derivado permanecem firmes, sustentando o rali mesmo diante de um recuo superior a 2 % no Brent e de ganhos modestos no WTI.

Pressão geopolítica no petróleo

As cotações do petróleo seguem voláteis, já que o conflito no Oriente Médio se intensifica. Cresce o temor de interrupção no Estreito de Ormuz, rota responsável por parcela expressiva do comércio global de petróleo.

Fatores específicos da oleaginosa

Para a soja em grão, investidores monitoram:

  • o desenvolvimento da nova safra norte‑americana e o clima no Meio‑Oeste;
  • a demanda chinesa, ainda ausente nos EUA;
  • o ritmo de vendas no Brasil e, sobretudo, na Argentina.
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Esses elementos, combinados às condições do mercado de petróleo, mantêm a atenção dos agentes e definem a trajetória dos preços neste início de sessão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto que moderniza regras da aquicultura avança na Câmara e recebe apoio do setor

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Setor avalia como positivo avanço de projeto na Câmara

A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) avaliou como positiva a aprovação do Projeto de Lei 4.162/2024 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

A proposta tem como objetivo atualizar a legislação da aquicultura no Brasil, promovendo mudanças consideradas estratégicas para o desenvolvimento do setor.

Projeto diferencia modelos de produção e amplia segurança jurídica

Um dos principais pontos do texto é a diferenciação entre a aquicultura realizada em ambientes naturais e aquela desenvolvida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas.

Segundo a entidade, essa distinção traz mais clareza regulatória e segurança jurídica para os produtores, reduzindo incertezas e facilitando a operação das atividades aquícolas no país.

Fim de registros e licenças é destaque da proposta

O projeto também prevê a extinção do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e da licença de aquicultor emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

De acordo com a PEIXE BR, essas exigências são consideradas burocráticas e não geram ganhos efetivos para a produção, tornando o processo mais oneroso e complexo para os produtores.

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Entidade critica aumento de exigências recentes

A associação destaca que a proposta ganha ainda mais relevância diante da Portaria Interministerial MPA/MAPA nº 5/2026.

A norma passou a exigir, além da nota fiscal e da Guia de Trânsito Animal (GTA), a apresentação da licença de aquicultor emitida pelo MPA, documento adicional à licença ambiental já obrigatória.

Para a PEIXE BR, essa duplicidade de exigências eleva custos operacionais e reduz a competitividade da piscicultura brasileira no mercado.

Medida pode reduzir entraves e estimular o setor

Na avaliação da entidade, o Projeto de Lei corrige distorções regulatórias e reduz entraves que impactam diretamente o produtor.

A expectativa é que as mudanças contribuam para um ambiente mais eficiente, com menos burocracia e maior estímulo à produção aquícola no Brasil.

Modernização do marco legal avança no Congresso

Com a aprovação na CCJC, a proposta avança na tramitação no Congresso Nacional e é considerada um passo importante para a modernização do marco legal da aquicultura.

O setor produtivo vê o projeto como uma oportunidade de fortalecer a competitividade, ampliar investimentos e impulsionar o crescimento sustentável da piscicultura no país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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