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Corrente de comércio brasileira chega a US$ 285,2 bi de janeiro até a 3° semana de junho

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A Balança Comercial, somente na 3ª semana de junho de 2025, registrou superávit de US$ 1,1 bilhão e corrente de comércio de US$ 9,9 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,52 bilhões e importações de US$ 4,4 bilhões.

Já no mês de junho, as exportações somam US$ 20 bilhões e as importações, US$ 15,8 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 35,8 bilhões.

De janeiro até a 3° semana de junho, as exportações totalizam US$ 156,9 bilhões e as importações, US$ 128,32 bilhões, com saldo positivo de US$ 28,6 bilhões e corrente de comércio de US$ 285,2 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (23/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês | 3ª Semana de junho/2025

Comparativo Mensal

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de junho/2025 (US$ 1,428 bi) com a de junho/2024 (US$ 1,436 bi), houve queda de 0,6%. Em relação às importações houve crescimento de 0,9% na comparação entre as médias até a 3ª semana de junho/2025 (US$ 1,130 bi) com a do mês de junho/2024 (US$ 1,120 bi).

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Assim, até a 3ª semana de junho/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,559 bilhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 298,29 milhões. Comparando-se este período com a média de junho/2024, houve crescimento de 0,1% na corrente de comércio.

Exportações e importações por Setor e Produtos

No acumulado das exportações, até a 3ª semana do mês de junho/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 53,81 milhões (7,5%) em produtos da Indústria de Transformação; e queda de US$ 46,84 milhões (12,2%) em Agropecuária e de US$ 17,44 milhões (5,2%) em Indústria Extrativa.

No acumulado das importações, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 15,39 milhões ( 1,5%) em produtos da Indústria de Transformação; e queda de US$ 1,8 milhões (7,8%) em Agropecuária e de US$ 3,08 milhões (5,2%) em Indústria Extrativa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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