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Correção profunda do solo com calcário micronizado fortalece canaviais contra períodos de seca
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A correção profunda do solo utilizando calcário micronizado pode aumentar a resistência das plantações de cana-de-açúcar durante períodos de seca. Com partículas menores, esse tipo de calcário penetra o perfil do solo em até 60 dias, promovendo o desenvolvimento de raízes mais profundas e fortalecendo a cultura para enfrentar períodos de veranico. Essas informações serão apresentadas pela Massari Fértil na 21ª Feira de Agronegócios Copercana, que acontece de 23 a 27 de junho, em Sertãozinho (SP).
Vantagens do calcário micronizado em relação ao convencional
O calcário micronizado apresenta reação mais rápida na correção do solo devido às suas partículas finas, que proporcionam melhor aderência e absorção em menor tempo. Segundo Cláudio Monteiro, químico responsável pelo desenvolvimento e pesquisa da Massari, enquanto o calcário convencional demora cerca de 90 dias para agir, o micronizado pode mostrar resultados em 60 dias.
Produto consolidado no mercado há oito anos
No mercado há oito anos, o calcário micronizado tem ajudado produtores de cana a manter a produtividade mesmo em condições de seca. Camila Menezes, engenheira agrônoma e consultora de mercado da Massari, destaca que a correção do solo reduz a acidez, permitindo que a cana sobreviva por mais tempo durante períodos de estiagem e calor intenso, minimizando perdas.
Fertilizante orgânico à base de gibsita
Além do calcário, a Massari Fértil leva à feira sua solução orgânica feita com gibsita — um gesso natural proveniente da rocha moída. Este fertilizante é indicado para produtores que buscam potencializar suas plantações sem recorrer a produtos químicos. Cláudio Monteiro ressalta os bons resultados obtidos com clientes que utilizam a gibsita.
Feira de Agronegócios Copercana: inovação e negócios
A 21ª edição da Feira de Agronegócios Copercana reúne 90 expositores e deve movimentar cerca de R$ 490 milhões em negócios, com expectativa de mais de cinco mil visitantes. O evento destaca as principais inovações e tecnologias do setor, oferece palestras técnicas com temas atuais para os produtores rurais e apresenta condições facilitadas de crédito, fortalecendo o agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina
Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.
Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.
Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.
Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.
Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:
230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.
200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.
Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.
“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.
Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.
Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.
O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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