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NetZero promove workshop online gratuito sobre o papel do biochar na agricultura sustentável

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A NetZero, greentech franco-brasileira, realizará no dia 26 de junho, às 16h30, um workshop gratuito e online sobre a importância do carbono no solo. Intitulado “Carbono no Solo: Biochar como Solução para Agricultura Sustentável”, o evento reunirá especialistas para debater os avanços e benefícios dessa tecnologia para o campo.

Participação de pesquisadores de instituições renomadas

O workshop contará com a participação de pesquisadores ligados a importantes instituições brasileiras, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV), entre outras.

Biochar como solução sustentável para solo e lavoura

Ricardo de Figueiredo, Diretor de Excelência Industrial e ESG da NetZero, destaca que o evento vai aprofundar os estudos em biochar, explorando seus benefícios para o solo e a produtividade agrícola. “O biochar tem se mostrado uma alternativa viável para produtores que buscam eficiência, economia e sustentabilidade”, afirma.

Benefícios comprovados do biochar para a agricultura

Além de colaborar na adubação e reduzir o uso de insumos, o biochar melhora a saúde do solo e das raízes das plantas. Pesquisas indicam que o uso do biochar pode aumentar em pelo menos 20% a produtividade em culturas como o café.

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Brasil na liderança da transformação sustentável no campo

Segundo Figueiredo, o Brasil tem potencial para ser protagonista nessa transformação agrícola, liderando o uso de soluções inovadoras que unem tecnologia e sustentabilidade.

Inscrição Workshop Biochar

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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