TECNOLOGIA
Olimpíada de Matemática entrega medalhas de ouro para 683 alunos de todo o país
TECNOLOGIA
A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), maior olimpíada científica do país, que reúne mais de 18,5 milhões de participantes, realiza nesta segunda-feira (30) a Cerimônia Nacional de Premiação, no Rio de Janeiro.
Ao todo, 683 estudantes de todos os estados brasileiros e do DF vão receber a medalha de ouro da competição, promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). A ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, o ministro da Educação, Camilo Santana, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, vão participar da solenidade.
“Há 20 anos a OBMEP alcança quase a totalidade do território nacional identificando talentos e incentivando o gosto pelo aprendizado da matemática. A Olimpíada vem sendo usada cada vez mais como critério de seleção por universidades. No IMPA Tech, graduação do IMPA, 80% das vagas são para medalhistas de olimpíadas do conhecimento. E essa é uma tendência que irá crescer ao longo dos anos por conta da qualidade dos estudantes egressos da OBMEP”, afirmou Marcelo Viana, diretor-geral do IMPA.
A ministra Luciana Santos destacou a relevância da Olimpíada como incentivo ao estudo da Matemática. “Nós temos campeãs e campeões olímpicos que passaram a ter o gosto pela matemática por meio da OBMEP. Essa é a maior experiência de difusão, de popularização da ciência e de aproximar a ciência das pessoas”, pontuou a ministra, Luciana Santos.
Sobre a OBMEP
Criada pelo IMPA, a OBMEP é promovida com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC). Destinada a estudantes do 6º ano do Fundamental ao 3º ano do Médio, a Olimpíada contribui para estimular o estudo da Matemática e identificar jovens talentos da disciplina. Outros objetivos da iniciativa são promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento e contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica, possibilitando que um maior número de alunos brasileiros acesse material didático de qualidade.
Serviço:
Cerimônia Nacional de Premiação da 19ª OBMEP
Data: Segunda-feira, 30 de junho de 2025
Horário: 15h30
Local: Hotel Windsor Oceânico – R. Martinho de Mesquita, 129 – Barra da Tijuca
TECNOLOGIA
Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade
Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.
Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.
Projetos selecionados
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Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;
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Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc);
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Organização Baniwa e Koripako — Nadzoeri. Parceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);
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Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;
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Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara;
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Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.
Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.
Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.
O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.
Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades.
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