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Nutrição animal personalizada se torna estratégia essencial para aumentar a rentabilidade das granjas

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A personalização das dietas para diferentes espécies, fases de vida e ambientes produtivos deixou de ser apenas um conceito distante para se tornar uma prática cada vez mais adotada na produção animal no Brasil. Esse movimento é impulsionado tanto pelos avanços técnicos quanto pela busca por maior eficiência produtiva.

De acordo com Juliana Arrais, gerente de Serviços Técnicos da Kemin, o ponto de partida para a personalização está no entendimento completo do ecossistema de cada cliente. Isso inclui avaliar a disponibilidade e a qualidade das matérias-primas, o clima da região, o modelo de integração da produção, além dos desafios específicos como a presença de micotoxinas. Também são considerados os objetivos do produtor, seja ele buscar um animal mais pesado, reduzir custos ou melhorar a conversão alimentar.

Com base nessas informações, é possível ajustar níveis nutricionais, escolher aditivos adequados, definir a origem e a proporção das farinhas usadas e até adaptar as formulações conforme as exigências dos mercados de exportação atendidos pelo produtor.

Juliana destaca que é fundamental uma escuta ativa para entender os desafios locais de cada produtor. “Não adianta aplicar a mesma solução para um cliente do Sul e outro do Norte do país. A adaptação das soluções de forma assertiva é o que garante resultados reais,” reforça.

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Os resultados obtidos por clientes da Kemin que adotam essa abordagem personalizada têm sido expressivos. Cooperativas, integradoras e sistemas independentes relatam ganhos importantes em desempenho e lucratividade, como melhor conversão alimentar e redução de custos operacionais.

Além disso, a empresa oferece um diferencial importante: o intercâmbio de conhecimento técnico entre diferentes regiões do mundo, incluindo América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul. Esse compartilhamento permite antecipar problemas, personalizar o uso dos produtos e oferecer um atendimento mais eficaz e sustentável.

Em resumo, ao alinhar as dietas às condições específicas de cada sistema produtivo, a nutrição personalizada se consolida como um elemento fundamental para aumentar a competitividade e a rentabilidade na produção animal, transformando conhecimento técnico em resultados concretos no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño 2026: saiba detalhes sobre o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do fenômeno no Brasil

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O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) divulgaram nesta segunda-feira (29), o Boletim nº 1 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.

O documento é resultado do trabalho realizado em parceria pelos órgãos nacionais e oficiais sobre monitoramento, regulação do uso das águas, gestão de riscos e previsão do clima e tempo. Mensalmente, o conteúdo será atualizado para disponibilizar informações acerca do fenômeno e, assim, apoiar os órgãos federais e estaduais além de contribuir para a tomada de decisões governamentais referentes ao País.

De acordo com o boletim, em junho de 2026 as condições observadas de temperatura da superfície do mar mostram um padrão típico do fenômeno El Niño. Este padrão se apresenta na forma de uma faixa de águas quentes em grande parte do Oceano Pacífico Equatorial que, próximo à costa da América do Sul, são superiores a 2°C.

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Previsão para os próximos meses

A previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas da Região Sul do Sul e, chuvas abaixo da média no centro-norte do País.

Ainda, as previsões indicam alta probabilidade de temperaturas acima de média no segundo semestre que, podem aumentar os eventos de onda de calor e a ocorrência de incêndios florestais.

Sobre a previsão da persistência do El Niño e sua intensidade, os modelos indicam probabilidade acima de 90% de permanência do fenômeno até, pelo menos o início de 2027, com alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, quando as anomalias/desvios de temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial ficam acima de 2,0°C, entre a primavera e o verão de 2026.

Monitoramento contínuo e previsão de impactos

O boletim destaca a importância do acompanhamento das atualizações diárias e mensais dos órgãos para informações acerca de possíveis impactos na agricultura, níveis de rios e reservatórios prioritários além de riscos para inundações e deslizamentos.

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Importante também as recomendações e orientações da Defesa Civil Nacional, especialmente sobre as medidas de autoproteção para a população.

A atuação antecipada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e instituições parceiras é fundamental para reduzir os impactos do fenômeno El Niño sobre a população brasileira. O monitoramento contínuo, o planejamento integrado e a adoção tempestiva de medidas de preparação e resposta constituem elementos essenciais para o fortalecimento da gestão de riscos e desastres no país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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