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Mato Grosso já comercializou mais da metade da safra de milho 2024/25, aponta Imea

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Vendas de milho 2024/25 superam 50% da produção

A comercialização do milho referente à safra 2024/25 em Mato Grosso já alcança 50,96% do volume total estimado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número representa um avanço de 3,35 pontos percentuais em relação ao mês anterior.

Apesar do bom ritmo, o índice atual ainda está abaixo da média histórica para o período, que é de 65,81%, embora esteja quase 6 pontos percentuais acima do registrado na mesma época da safra passada.

Produção recorde impulsiona o mercado

Na última sexta-feira (5), o Imea atualizou suas projeções e elevou a estimativa de produção total de milho em Mato Grosso para 54,02 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 7,23% em relação à previsão anterior e 14,52% acima do volume colhido na safra 2023/24.

Com esse desempenho, o Estado ultrapassa o recorde anterior, registrado na safra 2022/23, de 52,5 milhões de toneladas, consolidando a maior produção de milho já alcançada por Mato Grosso.

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Chuvas favorecem produtividade, mesmo fora da janela ideal

De acordo com o Imea, o resultado positivo está diretamente ligado aos bons volumes de chuvas registrados ao longo do ciclo, inclusive em áreas plantadas fora da janela ideal, o que ajudou a sustentar a produtividade em níveis históricos. Até o momento, aproximadamente 40% da área cultivada com milho já foi colhida no Estado.

Soja 2025/26: comercialização também avança, mas segue abaixo da média

Além do milho, o Imea também divulgou dados sobre a comercialização antecipada da soja 2025/26, cuja semeadura está prevista para começar em setembro. Segundo o instituto, 17,5% da produção projetada já foi vendida, também representando um avanço mensal de 3,35 pontos percentuais.

No entanto, assim como no milho, o ritmo de vendas da soja ainda está atrasado em relação ao mesmo período da safra anterior e abaixo da média histórica, o que sinaliza cautela por parte dos produtores diante das incertezas do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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