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ADM abre vagas para produção e vendas em nutrição animal em diversos estados do Brasil

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ADM amplia quadro com vagas em várias regiões do país

A ADM, líder global em comercialização de grãos, insumos e nutrição humana e animal, anuncia a abertura de novas vagas operacionais e comerciais nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. As oportunidades abrangem áreas como planejamento e manutenção industrial, supervisão de produção, vendas, gerência de territórios e gerência técnica.

Perfil dos candidatos e requisitos

As vagas destinam-se a profissionais com formação técnica em engenharia para os cargos ligados à produção e manutenção industrial, e em zootecnia, medicina veterinária ou áreas correlatas para as funções comerciais. É exigida experiência prévia em ambiente fabril, disponibilidade para turnos e viagens, conforme a função. A ADM busca candidatos comprometidos, com perfil colaborativo e interesse em carreira sólida no agronegócio e nutrição animal.

Detalhes das vagas e localidades
  • Canoas (RS)
    • Analista de planejamento, controle e manutenção — ensino superior em Engenharia ou áreas correlatas. Desejável conhecimento no sistema Máximo.
  • Goiás, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Pernambuco
    • Supervisor de Produção — ensino superior em Engenharia, experiência em gestão de pessoas e projetos industriais, disponibilidade para turnos. Locais: Apucarana (PR), Descalvado (SP), Inhumas (GO) e São Lourenço da Mata (PE).
  • Goiás
    • Supervisor de Manutenção — superior em Engenharia, experiência em manutenção mecânica e elétrica, cultura de segurança e qualidade. Atuação em Inhumas.
  • Tocantins e Mato Grosso (Matopiba, Rondonópolis e Vale do Araguaia)
    • Gerente de Território — formação em zootecnia, medicina veterinária ou agronomia. Desejável experiência em nutrição animal focada em ruminantes, gestão de pessoas e disponibilidade para viagens. Atendimento multiespécies.
  • Mato Grosso, Pernambuco e Paraíba
    • Vendedor Pleno — para Campo Novo dos Parecis (MT), com ensino superior em ciências agrárias, veterinária ou zootecnia, experiência em nutrição animal e conhecimento da região central do Mato Grosso. Atendimento multiespécies com foco em ruminantes.
    • Vendedor — para Pernambuco e Paraíba, com formação semelhante e experiência em atendimento na área.
  • Mato Grosso e Pará (Belém e região norte do MT)
    • Gerente Técnico Pleno — superior em zootecnia, medicina veterinária, biologia ou áreas correlatas. Experiência em atendimento a produtores rurais, implementação de programas nutricionais, manejo, bem-estar animal e sistemas agropecuários. Disponibilidade para viagens.
  • Minas Gerais (Uberlândia e Triângulo Mineiro)
    • Gerente de Vendas — formação em zootecnia ou medicina veterinária, com vivência em atendimento e fábricas de nutrição animal, além de conhecimento em formulação, premix e aditivos.
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Declaração da ADM sobre as novas contratações

“Estamos em busca de talentos técnicos na área de nutrição animal, com conhecimento sólido das regiões onde atuamos e especialização em ruminantes. As novas vagas fortalecerão nossas operações industriais e comerciais em unidades espalhadas pelo país, promovendo avanços em qualidade, inovação e excelência operacional”, destaca Ana Herbas, Coordenadora de Recursos Humanos da ADM no Brasil.

Como se candidatar

Os interessados devem se inscrever por meio da página de carreiras da ADM Brasil.

A ADM valoriza a diversidade e mantém um ambiente de trabalho inclusivo, oferecendo oportunidades iguais para todos os profissionais. As vagas fazem parte da estratégia da empresa para atrair talentos que impulsionem o crescimento sustentável da companhia em todo o território nacional.

Carreiras da ADM

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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